A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, afirmou que a decisão sobre a exploração da Margem Equatorial pela Petrobras será técnica e livre de interferências políticas.
O Ibama estima que poderá ter, até o final deste ano, uma decisão sobre o licenciamento para a perfuração de um poço de petróleo pela Petrobras na Bacia da Foz do Rio Amazonas, no Amapá. O poço está localizado no bloco FZA-M-59, a 160 quilômetros do município de Oiapoque.
“A decisão sobre a Margem Equatorial será técnica. Se você disser sim, será técnica. Se você disser não, a decisão também será técnica. Porque em um governo republicano não há interferência que foi tentada no governo anterior em a decisão de órgãos técnicos como Ibama e Anvisa”, disse Marina.
O ministro participou da reunião preparatória da Cúpula Social do G20, que acontece na Fundição Progresso, na Lapa, região central do Rio. Aos jornalistas, ela comentou as declarações da diretora de licenciamento do Ibama, Cláudia Barros, que disse, em outro evento, que o órgão está analisando informações adicionais enviadas pela estatal sobre o plano de fauna, para verificar se atendem aos requisitos do órgão. requisitos, antes de passar pelos órgãos que tomarão a decisão sobre a licença.
Marina foi questionada se o eventual início da exploração na Margem Equatorial poderia prejudicar a imagem de liderança ambiental que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer assumir à frente do G20, grupo das maiores economias do mundo e a COP 30, que será realizada no próximo ano, em Belém (PA).
“O debate que as economias globais enfrentam é sobre o fim do uso de combustíveis fósseis. Foi uma decisão tomada na COP 28 e quem melhor discursou sobre isso foi o presidente Lula”, afirmou. “O próprio Lula foi quem enfatizou a necessidade de sair dessa dependência [dos combustíveis fósseis]”, emendou Marina.
O início das atividades na região, considerada ecologicamente sensível pelos ambientalistas, é motivo de polêmica e contraria as áreas ambiental e energética do próprio governo federal.
O ministro do Meio Ambiente lembrou que o Brasil tem vantagens competitivas em energia solar, eólica e biomassa, mas destacou que a decisão sobre as estratégias brasileiras de transição energética cabe ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão formado por representantes de diversos ministérios como Minas e Energia e Meio Ambiente.
“O MMA não toma decisões estratégicas sobre exploração ou não de petróleo. O debate que está acontecendo é que as petroleiras deveriam se transformar em empresas de energia. E isso não é só no Brasil, mas no mundo todo.”
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