Dentro do Banco Central, não há dúvida de que o fotométodo de pagamento instantâneo e o ofinanciamento de canetao sistema financeiro aberto evoluirá nos próximos anos, permitindo que os brasileiros tenham serviços financeiros cada vez mais customizados. O que muita gente não percebe é que ambos são resultado do uso intenso da tecnologia no setor financeiro. Com as inovações saindo do papel, foram criadas regulamentações importantes, disse ele Otávio Dâmasodiretor de regulação da Banco Centraldurante o evento Finanças do Amanhã.
Pelo menos três configurações (Veja abaixo) foram construídos diante da tecnologia que ganhava força entre as instituições financeiras. E essas regulamentações foram relevantes para que hoje estejam entre nós o pix e o sistema financeiro aberto, que permite ao usuário compartilhar um conjunto de dados, para, em troca, receber propostas de produtos e serviços de diferentes instituições – mesmo sem ser um cliente disso – . E Quais são as novas tecnologias que o BC está buscando?
“Vejo a tokenização como o tema mais importante para o sistema financeiro neste momento. Há um número muito interessante de projetos que trazem ativos não financeiros para o sistema. São ideias importantes para ampliar o perímetro regulatório e, Por isso, o BC aposta no Drex”.
Quanto a tecnologia influenciou as mudanças regulatórias: um cronograma
Entre os regulamentos citado por Damaso, diretor de regulação do Banco Central, um deles tem a ver com o processo de abertura de contas bancárias. No final de abril de 2016, uma nova norma permitiu que o processo de abertura de conta, poupança ou corrente, bem como o seu encerramento, fosse realizado onlinesem a necessidade de ir até uma agência para apresentar a documentação necessária. A regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) foi anunciada no âmbito do programa Otimiza BC.
“Fomos um dos primeiros BCs do mundo a adotar uma norma para esse fim. Foi um padrão fundamental para tudo o que veio depois”, disse ele no evento paralelo ao G20, grupo de 19 países mais a União Europeia e Africana, que reúne reguladores, representantes de fintechs, bancos centrais e líderes financeiros no Rio de Janeiro.
Outro marco foi a lei das fintechs, que estão regulamentados desde abril de 2018 pelo CMN através das Resoluções 4.656 e 4.657.
“Ficou claro para as empresas que introduzem inovações no mercado financeiro por meio do uso intenso de tecnologia que o BC seria um parceiro. A mudança de postura do município, servindo quem não pertencia em primeiro lugar àquele perímetro regulatório, tem efeitos até hoje”, sustentou.
Finalmente, Dâmaso citou o esforço para criar a regra da proporcionalidade entre as instituições financeiras. Com ela, As instituições possuem regras de acordo com seu tamanho e complexidade. Hoje, os bancos incumbentes, ou seja, os maiores do mercado, são classificados como S1. As demais instituições estão divididas entre S2, S3 e S4.
“Após a crise global de 2008, o sistema financeiro nacional começou a fortalecer o quadro prudencial, com foco na eliminação de riscos. As recomendações de Basileia [as diretrizes para o capital bancário] provaram ser muito adequados, mas funcionaram para grandes instituições financeiras. Era necessário outro mecanismo”, lembrou. “Na altura, havia o receio de que os novos enquadramentos fossem entendidos como uma flexibilização do sistema financeiro nacional, mas foram regulamentações bem recebidas e abriram caminho para instituições entrantes”, destacou.
juros emprestimo bancario
simular emprestimo pessoal itau
emprestimo aposentado itau
quem recebe bpc pode fazer financiamento
empréstimo caixa simulador
quanto tempo demora para cair empréstimo fgts banco pan
empréstimo consignado do banco do brasil