O custo estimado para abandonar para o funciona para a implementação de Usina nuclear Angra 3no Rio de Janeiro, é de R$ 21 bilhões, segundo estudar apresentado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para Eletronuclearnesta terça-feira (3). O material apresenta a viabilidade técnica, econômica e jurídica do projeto.
Em nota, a Eletronuclear disse que o O valor é praticamente igual ao necessário para concluir as obras da usina, porém, sem gerar energia elétrica..
A expectativa é que a usina entre em operação comercial em 2031, caso a decisão do governo seja prosseguir com a implantação de Angra 3, que tem capacidade instalada de 1.405 megawatts (MW).
Os custos do abandono do projeto incluem o pagamento de R$ 9,2 bilhões em financiamentos contratados com o Caixa Econômica Federal e BNDES, inclusive multas e penalidades pela não conclusão da obra; R$ 2,5 bilhões em rescisões de contratos firmados e respectivas penalidades; e R$ 1,1 bilhão em contrapartida de incentivos fiscais já recebidos na importação e aquisição de equipamentos.
Incluem ainda R$ 940 milhões em desmobilização de obras já realizadas; e R$ 7,3 bilhões em custo de oportunidade do capital investido.
Tarifa de geração de energia
O estudo também propôs que a tarifa de geração de energia para Angra 3 seja de R$ 653,31 por megawatt-hora (MWh), valor próximo ao definido pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em 2018, de R$ 480/MWh – que hoje corresponderia a R$ 639/MWh em valores atualizados.
O custo para concluir Angra 3 foi estimado em R$ 23 bilhões, segundo a estatal nuclear. Segundo a empresa, já foram investidos quase R$ 12 bilhões nas obras e há atualmente 66% de avanço físico.
“Esta é uma etapa crucial para a continuidade dos trabalhos e determinação da tarifa de comercialização da energia que será gerada pela usina”, disse o presidente da Eletronuclear, Raul Lycurgo.
O estudo destaca ainda que cerca de R$ 800 milhões em equipamentos e entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões em combustível nuclear adquiridos para Angra 3 foram utilizados por Enseada 2.
“Portanto, serão reembolsados aproximadamente R$ 1,4 bilhão do próprio fluxo de caixa de Angra 2. Esse fato tem impacto positivo na competitividade tarifária de Angra 3”, disse a estatal.
“Após a conclusão, a obra será financiada pela própria Eletronuclear em conjunto com um consórcio de bancos. o abandono do projeto exigirá que a União assuma os custos, acabando por transferi-los para a conta de luz sem que os consumidores recebam energia em troca“, finaliza a Eletronuclear.
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