Acionistas investiram R$ 78 bilhões em fundos de investimento em julhojá descontando resgates. Foi o maior contribuição do ano nesta indústriaapós investidores sacarem R$ 16 bilhões desse setor no mês anterior. A entrada líquida foi impulsionada pela renda fixacategoria em que Entraram R$ 59 bilhões em julho. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Apesar da redução dos juros, a Selic estabilizada em 10,5% ao ano garante bons ganhos aos investidores que continuam comprometidos com investimentos mais conservadores. Ainda assim, a percepção de risco continua muito elevada e, neste cenário, os fundos de renda fixa estão mais competitivos e os investidores estão migrando para eles.
Além disso, mudanças na regulamentação aumentaram a igualdade tributária entre produtos financeiros e fundos de renda fixa beneficiados. Com uma oferta menor de títulos isentos de imposto de renda, os investidores estão avaliando alternativas de alocação.
Neste ambiente, os acionistas também investiu R$ 44 bilhões em Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) mês passado, além de R$ 4 bilhões em fundos de pensão e R$ 2 bilhões em Fundos de Investimentos Participativos (FIPs).
No caminho oposto, investidores resgataram R$ 25 bilhões de fundos multimercados mês passado e esses produtos continuou liderando a lista dos maiores saques do setor. Os gestores desta categoria têm dificuldade em entregar remunerações atractivas num ambiente complexo para ver as tendências macroeconómicas, o que dificulta a angariação de fundos. Boa parte está rendendo menos que o CDI.
Também R$ 4 bilhões vieram de fundos de ações, R$ 773 milhões de ETFs (fundos adquiridos na bolsa que acompanham um indicador de mercado) e R$ 332 milhões de recursos cambiais.
No resultado acumulado deste ano, fundos de investimento apresentam recuperação em renda fixa depois que a indústria passou pelos dois piores anos de sua históriamas os multimercados e outros produtos de renda variável continuam com resgates. Os cotistas investiram R$ 249 bilhões nos fundos, descontados os saques.
Os investimentos atingiram R$ 256 bilhões em fundos de renda fixa, R$ 68 bilhões em FIDCs, R$ 23 bilhões em fundos de pensão e R$ 12 bilhões em FIPs. Porém, R$ 103 bilhões vieram de multimercados, R$ 4 bilhões de fundos de ações, R$ 2 bilhões de ETFs e R$ 681 milhões de fundos cambiais.
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