O G20 divulgou o comunicado final da 3ª Reunião de Ministros da Fazenda e Presidentes de Bancos Centrais, concluída hoje no Rio de Janeiro. A reunião chegou a um consenso sobre uma declaração final com 12 páginas e 35 parágrafos, dividida em oito temas. Economia global, financiamento para o desenvolvimento sustentável, reforma dos bancos de desenvolvimento, dívida e reforma da governação global são alguns dos temas abordados.
Entre outros pontos, o documento destaca a necessidade de lidar com a dívida dos países pobres, especialmente em África, e fala sobre a necessidade de reformar a governação financeira global.
Neste excerto, o documento reitera o compromisso do grupo em reforçar ainda mais a arquitectura financeira internacional, nomeadamente através da promoção de fluxos de capitais sustentáveis e da utilização de quadros políticos sólidos para fazer face à volatilidade excessiva dos fluxos de capitais, quando necessário. “Acolhemos com satisfação as discussões em curso para avaliar os factores que influenciam os fluxos de capital para os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento e analisar as oportunidades para atrair e reter fluxos de investimento de capital estrangeiro estáveis e de longo prazo, e as barreiras para isso.”
Anteriormente, o Ministro das Finanças, Fernando Haddad, tinha dito que a dívida dos países de baixos rendimentos preocupa a todos e que há uma queixa generalizada de que os fluxos de capitais são negativos nos países mais endividados. “Esta foi uma reclamação da União Africana e também da Argentina, de que os esforços na agenda política interna não reverteram os fluxos de capitais”, explicou.
A declaração do G20 também reforçou o apoio às mudanças no sistema de quotas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e disse que o grupo está a trabalhar para garantir aprovações de países individuais para aumentos de quotas até Novembro. Este aumento foi aprovado pelo conselho do FMI em dezembro do ano passado.
“Reconhecemos a urgência e a importância de realinhar as quotas para melhor reflectir as posições relativas dos membros na economia global, protegendo ao mesmo tempo as quotas dos membros mais pobres.”
Aterrissagem suave da economia global
O documento destaca que há “crescente probabilidade de uma aterragem suave para a economia global, apesar dos desafios contínuos”, e que os países “continuarão a calibrar” as políticas em busca de um “crescimento forte, sustentável, equilibrado e inclusivo” e da manutenção de estabilidade de preços e fiscal.
“As nossas políticas fiscais salvaguardarão a sustentabilidade fiscal e reconstruirão as reservas.” O texto também reforça o compromisso dos 19 países membros, mais a União Europeia e a União Africana, de “resistir ao protecionismo” e continuar a apoiar os esforços para reformar a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Confira a lista de oito temas:
- – Cenário da economia global e desafios atuais
- – Ação coordenada para aumentar o financiamento para o desenvolvimento sustentável
- – Transformação dos bancos de desenvolvimento e como eles podem trabalhar juntos
- – Como lidar com vulnerabilidades de dívida
- – Reforma da governação financeira global
- – Temas do setor financeiro e inclusão financeira
- – Cooperação em matéria de fiscalidade internacional
- – Expandir a participação e renovar o compromisso com a cooperação económica internacional
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