Não se trata de exoesqueletos supermodernistas ou de táticas de luta dignas de filmes de ficção científica. A tecnologia esportiva que leva os atletas a limites inimagináveis há 50 anos é a preparação física, equipamentos mais adequados e um acompanhamento nutricional ainda mais cuidadoso.
À medida que o ecossistema atlético evoluiu, recordes anteriores que pareciam inquebráveis foram quebrados. Na memória popular, um dos exemplos mais conhecidos é o desempenho de Usain Bolt na Copa do Mundo de Berlim, em 2009. O velocista norte-americano correu 100 metros em 9,58 segundos e 200 metros em 19,19 segundos — apagando da história as marcas de Jesse Owens, 10,3 segundos e 20,7. s, fundada em 1936.
No atletismo muito se fala sobre a evolução dos tênis de corrida, capazes de gerar maior potência de propulsão, mas as pistas de corrida também sofreram mudanças. Em vez dos trilhos de carvão e asfalto do passado, hoje eles são feitos de poliuretano. Em Tóquio, em 2021, a pista mais rápida foi creditada por quebrar três recordes mundiais e 12 recordes olímpicos. Para Paris, os organizadores prometem uma pista 2% mais rápida que a anterior.
Na época da polêmica, a britânica Rebecca Adlington, que conquistou o ouro nos 400 metros e 800 metros livres usando os trajes de banho, chegou a declarar que “eu nunca, em um milhão de anos, tomaria remédios para me ajudar, então por que isso Eu usaria um maiô só para melhorar meu desempenho?”
Devido ao processo em andamento, três atletas utilizaram modelos Spira nos Jogos Olímpicos de Paris: Axel Zeenroek, da Bélgica, no triatlo, e Franklin Tenório, do Equador, e João N’Tyamba, de Angola, na maratona.
Hoje os tênis com placas de carbono, que prometem proporcionar maior propulsão e economia de energia aos atletas, são populares não só entre os corredores de elite, mas também entre os amadores. Quando a tecnologia surgiu, porém, os tênis Vaporfly da Nike causaram grande polêmica. Para evitar que os calçados criassem uma vantagem competitiva injusta, a World Athletics (anteriormente conhecida como IAAF) limitou a espessura da entressola em suas competições oficiais. Além disso, não é possível utilizar mais de uma placa de carbono — ou qualquer outro material responsivo — na mesma unidade.
Em 2019, Eliud Kipchoge, uma das lendas vivas da história do atletismo, quebrou a marca de duas horas numa maratona em Viena. A marca de 1h59, porém, não foi considerada por não ser um evento organizado pela World Athletics e pelo calçado utilizado por Kipchoge: o Nike ZoomX Vaporfly Next% modificado, conhecido como Nike Alphafly, com mais de uma placa de carbono em sua composição na entressola e espuma de 40 mm, enquanto o permitido em competições oficiais é de 25 mm.
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