A Comissão de Acompanhamento do Sector Eléctrico (CMSE) aprovou, em reunião realizada nesta terça-feira (3), um conjunto de medidas preventivas que deverá ser adotado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) para “garantir a continuidade e segurança do fornecimento de energia elétrica do SIM“, do Sistema Interligado Nacional. O comitê reúne os principais órgãos do setor elétrico e se reúne, ordinariamente, no início do mês.
Segundo documento aprovado pelo comitê, a Operadora deverá “continuar o despacho das UTEs (usinas térmicas) Santa Cruz e Linhares durante todo o mês de novembro”. A ativação desses dois térmico foi autorizado pelo critério “fora da ordem de mérito”, que ignora a variável custo e tende a aumentar mais significativamente a tarifa para o consumidor.
Também está prevista a possibilidade de colocar em operação as mesmas UTEs Santa Cruz e Linhares, mas incluindo a termelétrica Porto Sergipe, de forma “flexível”. A ideia é buscar, com essa decisão, “minimizar o custo total de operação do SIN, para atender a ponta de carga do sistema”.
A terceira medida listada no documento envolve “articulação para viabilizar a operação excepcional do reservatório intermediário da UHE Belo Monte”, hidrelétrica instalada no Rio Xingu (PA). A proposta é garantir o funcionamento da central, que sofre os impactos da forte seca no Norte, “com caudal mínimo de 100 m/s”, e “respeitando as licenças e autorizações necessárias”.
A decisão do CMSE envolve também a operação de linhas de transmissão. O comitê destacou a “importância da entrada em operação da LT 500 kV Porto do Sergipe – Olindina – Sapeaçu, LT 500 kV Terminal Rio – Lagos (c.1 e c.2) e LT 345 kV Leopoldina 2 – Lagos”. Esta ação visa «garantir o pleno fluxo de energia nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro».
Por fim, o CMSE admite a “possibilidade de utilização de critérios de desempenho e segurança menos restritivos para o funcionamento do SIN, quando necessário”. O objetivo é “garantir a maximização da utilização dos recursos disponíveis e o cumprimento das cargas nos meses de setembro, outubro e novembro”.
Anteriormente, o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveiraexpressou a preocupação do governo em garantir a segurança no fornecimento de energia. Ele garantiu que o país não voltará a enfrentar uma crise de abastecimento semelhante à que ocorreu em 2021.
“Medidas de planejamento são fundamentais. Por isso, estamos tomando cuidado para nos anteciparmos aos problemas. Com isso, tenho absoluta convicção de que não passaremos em 2025 pelo que aconteceu em 2021, que por falta de planejamento estávamos em à beira de um colapso energético no Brasil”, assegurou.
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