O Comandante do Exército Brasileiro, General Tomás Miguel Miné Ribeiro Paivachamou mais uma vez a atenção para os “efeitos” das restrições orçamentárias impostas às Forças Armadas, nesta quinta-feira (22), durante cerimônia comemorativa do Dia do Soldado, realizada hoje no Quartel-General do Exército, em Brasília.
“Este espírito perseverante de entrega total à carreira mantém-se ileso, mesmo sob os efeitos das restrições orçamentais que afectam a todos. Apesar disso, não descurámos a necessidade imperiosa de mais helicópteros, mais blindados e mais mísseis, recursos militares essenciais, que foram adquiridos de forma responsável e transparente e que se juntaram ao património material da Força, aumentando a nossa capacidade para cumprir a nossa missão. “, disse ele.
O discurso foi feito na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que esteve presente na cerimônia.
Esta não é a primeira vez que o comandante do Exército exige mais recursos financeiros para custos e investimentos. Em março, o general fez crítica semelhante em outra cerimônia, o Dia do Exército. O Ministro da Defesa, José Múcio, também esteve presente no evento e ouviu a mesma mensagem.
No seu discurso, o general defendeu ainda que os militares do Exército estejam “em plenas condições” para cumprir missões inerentes à defesa civil após deixarem as fileiras do Exército. O comunicado faz referência a quem já se aposentou das atividades de prestação de serviços.
“Este grande contingente, que aprende verdadeiras lições de cidadania e cívica nas unidades militares, está plenamente capacitado para cumprir as missões inerentes à defesa civil, após deixar as fileiras do Exército. Porém, enquanto estiverem na ativa, os soldados da Pátria, juntamente com nossos irmãos, marinheiros e aviadores, trabalham com permanente disponibilidade e dedicação exclusiva para defender o Brasil, salvaguardando sua soberania e protegendo seu povo, nosso maior patrimônio”, argumentou. .
No mesmo sentido, o comandante do Exército destacou o papel dos militares na tragédia que atingiu o Rio Grande do Sul e nas operações que buscam coibir o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY).
“Tem soldados na selva, participando da Operação Catrimani Il, prevenindo e reprimindo o garimpo ilegal e protegendo nossos irmãos Yanomami. Esta acção, que conta com a sinergia de inúmeras agências governamentais, já permitiu uma redução de 80% da actividade ilícita, um resultado tangível altamente significativo”, referiu.
“Nó [Rio Grande do] Sul, unido ao povo gaúcho e a diversas instituições na Operação Taquari Il, todo o pessoal disponível contribui para a maior resposta solidária que o Estado brasileiro poderia dar, empregando todos os meios necessários para resgatar mais de 71 mil pessoas e 10.500 animais ”, acrescentou o general.
Além disso, o comandante argumentou que, perante “ameaças globais”, os militares devem cumprir a sua missão constitucional. “Hoje, quando aumentam as ameaças globais, os militares brasileiros, herdeiros do legado de seu Patrono, são impelidos, a cada dia, a cumprir cada vez melhor sua missão constitucional”, defendeu.
Além de Lula, diversas autoridades participaram da solenidade, como o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, e os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
Durante a cerimônia, Lula entregou a Medalha do Exército Brasileiro a três militares que foram aos Jogos Olímpicos de Paris, na França, e conquistaram medalhas para o Brasil. Entre as três vencedoras estava a judoca Beatriz Souza, que conquistou o ouro após ser campeã na categoria para atletas acima de 78 quilos.
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