No acumulado deste ano, até agosto, o empresas captaram R$ 484,2 bilhões no mercado de capitais, valor recorde para o período da série histórica iniciada em 2012e que já supera todo o valor contabilizado em 2023. Os dados são de Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Somente em agosto, as ofertas aumentaram 30,7%, em relação ao mesmo mês do ano passado, totalizando R$ 47,3 bilhões.
Do total acumulado no ano, 58,6% correspondem a captações via debêntures, que totalizou R$ 283,9 bilhões, estabelecendo novo recorde para o período, segundo a entidade.
No mês passado, as emissões de debêntures totalizaram R$ 27,1 bilhões, valor 38,9% superior ao registrado em agosto de 2023.
Os principais compradores são intermediários e demais participantes vinculados à oferta, com participação de 47,2%. Os fundos de investimento ficaram com 44,9%.
Entre outros instrumentos de financiamento, ofertas de notas comerciais totalizou R$ 7,1 bilhões em agosto, maior volume para um mês de agosto na série histórica. Em 2024, totalizaram R$ 31,4 bilhões, valor que também supera todas as emissões realizadas em 2023.
As novas ofertas FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) saltou 188% em agosto, totalizando R$ 4,5 bilhões. No ano, o valor total soma R$ 43,3 bilhões, superando também todo o ano de 2023.
A emissão de CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) foi 4,5% inferior ao registrado em agosto do ano passado, totalizando R$ 1,6 bilhão. De janeiro a agosto, soma R$ 27 bilhões.
Você CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), por sua vez, registraram R$ 4,2 bilhões em ofertas em agosto, redução de 42,4% em relação ao mesmo mês de 2023. As captações acumuladas com esse instrumento, nos oito primeiros meses do ano, totalizam R$ 39 bilhões.
Em agosto, ofertas de FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) teve queda mais significativa, de 23,5%, totalizando R$ 2,6 bilhões. Nos oito meses de 2024, o volume atingiu R$ 34,7 bilhões, patamar 14,8% superior ao registrado em todo o ano de 2023.
Em uma nota, Guilherme Maranhãopresidente do Fórum de Estruturação do Mercado de Capitais da Anbima, destaca que “as condições favoráveis no mercado de capitais, a liquidez no mercado secundário e a contínua evolução da regulação permitiram sucessivos recordes neste ano, mesmo com potencial volatilidade pela frente”.
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