A avaliação é da Organização Mundial da Saúde (OMS). Diretor da entidade internacional disse que a capacidade de gestão dos riscos da doença está comprometida. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou, nesta quinta-feira (7/11), em Genebra, na Suíça, que a capacidade da agência de avaliar e gerenciar o risco que a gripe aviária representa para a saúde humana é “comprometidos” devido a falhas na vigilância de casos em animais em todo o mundo. Leia também Governo prorroga estado de emergência contra a gripe aviária por 180 dias Colômbia restringe importações de carne bovina dos Estados Unidos, informa agência A gripe aviária está até no leite cru, mas persistem dúvidas sobre os riscos para o gado “Na semana passada, os Estados Unidos relataram o quarto caso do vírus H5N1 em humanos após exposição a vacas leiteiras infectadas. O Camboja também relatou dois casos em crianças que tiveram contato com galinhas doentes ou mortas. Até à data, não foi notificada qualquer transmissão entre humanos e, por isso, a OMS continua a avaliar o risco para o público em geral como baixo”, explicou. “No entanto, a nossa capacidade de avaliar e gerir este risco está comprometida devido à vigilância limitada de casos de gripe em animais em todo o mundo. Compreender como o vírus se espalha e se reproduz em animais é essencial para identificar quaisquer alterações que possam aumentar o risco de surtos em humanos ou o potencial de uma pandemia”, acrescentou Tedros. Numa conferência de imprensa, o diretor-geral da OMS apelou a todos os países para que reforcem os seus sistemas de monitorização e notificação de casos de gripe aviária em animais e humanos. Tedros também apelou aos países para partilharem amostras e sequências do vírus H5N1 com centros colaboradores da OMS em todo o mundo, mantendo o acesso público aos dados. A OMS também exigiu que os países oferecessem proteção aos trabalhadores agrícolas e estabelecimentos similares que possam estar expostos ao vírus; que expandam a investigação sobre a gripe aviária e que incentivem uma cooperação mais estreita entre os sectores da saúde humana e animal. Casos de morte Em junho, a OMS confirmou a primeira morte pela variante H5N2 da gripe aviária. O paciente, de 59 anos, morava no México. Este foi o primeiro caso confirmado em laboratório de infecção humana em todo o mundo. A morte foi informada pelas autoridades sanitárias mexicanas no dia 23 de maio. Saiba mais taboola Na época, a entidade destacou que o paciente, morador da Cidade do México, não tinha histórico de exposição a pássaros ou outros animais. A variante H5N2 já havia sido identificada em aves no país. “O paciente tinha múltiplas condições médicas subjacentes. Familiares relataram que ele já estava acamado há três semanas, por outros motivos, antes do início dos sintomas agudos.” Brasil No Brasil, os casos de gripe aviária estão restritos a animais. Até à data, o Ministério da Agricultura reportou 166 ocorrências da doença, que afectaram 163 animais silvestres e três aves de subsistência. Ainda não houve registro de gripe aviária em rebanhos comerciais, razão pela qual o Brasil mantém seu status livre da doença perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMS).
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