O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL)reuniu-se com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL)e o Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)negociar alterações ao projeto de lei que cria o Programa de Pagamento da Dívida do Estado (Propaganda).
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Castro propôs que uma redução de um a três pontos percentuais na taxa de juros poderia acontecer de forma mais abrangente, não só por meio da federalização de ativos, mas também por meio de investimentos. Além disso, o governador sugeriu que os investimentos obrigatórios em saúde e educação contam para a redução dos juros da dívida. Segundo ele, Pacheco e o relator da matéria, Davi Alcolumbre (União-AP)sinalizou positivamente para debater a ideia.
“No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, é diferente de Minas. Para nós é importante ter 2% para tudo e não 1% para cada um. na saúde e na educação, dentro dos índices, também foram contabilizados que não teríamos apenas que gastar dinheiro novo”, afirmou. “O presidente Davi disse que acha que é uma boa proposta”, acrescentou Castro.
No dia 9 de julho, Pacheco apresentou o projeto de lei complementar com novas regras para o pagamento da dívida dos Estados com a União. A iniciativa altera o índice e prevê que o valor principal da dívida, cerca de R$ 700 bilhões, seja congelado e parcelado em 30 anos. A maior parte das dívidas é de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
O índice de correção da dívida poderá ser reduzido de IPCA mais 4% para apenas IPCA. Os juros poderão ser reduzidos em até dois pontos percentuais com a entrega dos bens. Para isso, o valor deve ser superior a 20% do valor total da dívida. Se o valor estiver entre 10% e 20%, o desconto é de um ponto percentual.
A proposta prevê ainda a dedução de um ponto percentual caso o valor correspondente seja aplicado em investimentos no próprio Estado, nas áreas de educação, infraestrutura e segurança pública e outro ponto percentual destinado ao Fundo Nacional de Equalização, que atenderá todos os federados. entidades, incluindo aquelas sem dívidas.
O governador voltou a sugerir ao Congresso a inclusão de recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional, previsto na proposta de emenda à Constituição (PEC) para a reforma tributária, na redução das parcelas da dívida dos estados.
“Temos algumas propostas, como o Fundo de Desenvolvimento Regional, que poderiam ser usadas em primeira instância para reduzir a dívida, até porque transformaríamos essa redução em um dinheiro muito maior, na prática, já que esses juros deixariam de incidir sobre aquela valor’, declarou.
Outra mudança proposta por Castro é que o novo indexador da dívida do Estado seja utilizado no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e em todas as formas de renegociação de passivos das entidades com a União.
“Pedimos que isso seja incluído até dentro do regime para os estados que estão de fora e para os estados que estão dentro. Que seja uma nova regra para todos os que têm dívidas, independentemente de terem regime ou não”, argumentou Castro.
O governador defendeu junto com Lira e Pacheco o avanço de uma proposta do Cosud (Consórcio de Integração Sul-Sudeste) que proíbe a soltura em audiência de custódia para reincidentes. Segundo Castro, ambos estavam empenhados em fazer avançar o debate na agenda.
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