A situação deve ganhar força nos próximos dias, principalmente no Rio Grande do Sul. No Sudeste, preocupação é por causa da seca Outra frente fria com ventos e chuvas intensas deve atingir a região Sul do Brasil a partir desta quarta-feira (21/8), devido à chegada de uma frente fria associada a um forte ciclone extratropical em o oceano. As previsões são da Climatempo, que explica que os efeitos deste sistema climático “irão intensificar-se nos próximos dias”. Quer saber a previsão do tempo para sua região e suas propriedades rurais? Acesse aqui A frente fria é a segunda mais intensa a atingir o Rio Grande do Sul em agosto. Segundo a consultora meteorológica, a situação tem características continentais e não se prevê que o ciclone extratropical ultrapasse a faixa sul em direcção ao centro do país, mas “causará impactos consideráveis”. Para esta quarta-feira, o principal alerta está nas áreas do Rio Grande do Sul, principalmente durante a tarde e a noite, abrangendo regiões do Oeste, Campanha e Sul do estado. Nestas zonas existe um elevado risco de tempestades, acompanhadas de ventos fortes que podem atingir velocidades entre 71 e 90 km/h. Em Santa Catarina e no Paraná o clima continua seco, mas as condições podem mudar repentinamente. “A ação do ciclone extratropical intensificará os ventos em amplas áreas dos estados do Sul, com rajadas que podem variar entre 71 e 90 km/h em regiões como Chuí e Torres, no Rio Grande do Sul”, informa o Climatempo. A instabilidade pode aumentar nesta quinta-feira (22/8) com o avanço da frente fria, tornando o clima mais instável no Rio Grande do Sul. “As regiões mais afetadas serão Norte, Missões, Oeste, Central, Vales, Campanha e Sul do estado”, diz Climatempo. Mapa mostra alerta de tempestade para o Rio Grande do Sul Climatempo Enquanto isso, na região Sudeste, a seca preocupa. Em Minas Gerais, os incêndios se espalham na Serra do Cipó. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Estado registrou 3.658 incêndios em vegetação na primeira quinzena de agosto, volume que é o maior desde 2010. Além do Parque Nacional da Serra do Cipó, onde mais de mil hectares de vegetação foram afetados e estão encerrados devido à contenção dos incêndios, a Serra da Moeda é também um dos locais mais afetados. A maioria dos incêndios é causada intencionalmente pela ação humana, segundo o Inpe, e é agravada pela seca. A falta de chuvas e a seca se agravam e preocupam os produtores dessas regiões, que temem que o fogo se alastre.
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