A família do banqueiro José Safrafundador de Banco Safra, anunciou nesta sexta-feira (19) a “resolução amigável de todas as disputas” que estavam sendo travadas pela herança. Com isso, mãe e irmãos chegaram a um acordo com Alberto José Safraque estava em disputas legais com familiares por causa de seu patrimônio de bilhões de dólares.
De acordo com o ranking da Forbes de 2024, a família de Vicky Safraa viúva de Joseph Safra, seria a mais rica do Brasil, com bens avaliados em US$ 20,6 bilhões no início deste ano.
Pelos termos do acordo, “Alberto se desinvestirá de suas participações no Grupo J. Safra e prosseguirá seus interesses comerciais por meio da Asa“, traz o comunicado. Asa Investimentos é o grupo de gestão de recursos liderado pelo herdeiro de Joseph Safra.
As partes também concordaram em encerrar todos os processos judiciais e arbitrais pendentes em todas as jurisdições.
Os termos financeiros e outras condições do acordo não foram divulgados.
“Estou feliz em deixar esse assunto para trás. Após esclarecimentos, entendi que não houve irregularidades e que o patrimônio do Sr. José foi devidamente distribuído de acordo com sua vontade”, declarou. Alberto Safra em nota divulgada ao mercado.
Numa declaração conjunta, Vicky Safra e tudo seus filhos dizem que estão “satisfeitos em deixar este assunto para trás e reafirmar nossos laços familiares. A resolução a que chegámos permitir-nos-á prosseguir os nossos respetivos interesses comerciais de forma a ajudar a garantir que o sucesso de cada membro da nossa família seja uma fonte de satisfação partilhada.”
O banqueiro Joseph Safra morreu em dezembro de 2020, aos 82 anos, de causas naturais. Desde então, começaram as disputas judiciais sobre a herança. Alberto Joseph estava processando sua mãe, Vicky, e os irmãos Jacob e David Safra por atos de “impropriedade corporativa”, que supostamente levaram à diluição de sua participação no Safra National Bank of New York (SNBY).
A holding controla o Banco Nacional Safra, que tem sede na Quinta Avenida e possui mais de US$ 9 bilhões em ativos.
Segundo a petição, uma série de transações teria reduzido drasticamente a participação de Alberto Joseph na holding que controla o grupo financeiro americano. Em 2019, o lucro teria sido inflacionado artificialmente em US$ 870 milhões, e o resultado distribuído a Jacob e David, em detrimento do irmão do meio.
No processo, Alberto Joseph solicitou a reversão dessa diluição e a restituição de seus direitos como acionista relevante, com indicação de membro do conselho de administração, acesso a documentos, balanços e outras informações sobre o grupo.
Com o acordo, todos os processos judiciais chegam ao fim.
Com informações do Valor PRO, serviço em tempo real de Valor Econômico.
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