Às vésperas da votação dos regulamentos da reforma tributária, o ministro da Fazenda fala sobre o impacto na alíquota padrão e diz que ‘quanto menos exceções, melhor’ O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (7/9) que o “cashback” tem um importante efeito distributivo e que aumentar o “cashback” para quem não tem condições de comprar carne é uma alternativa à proposta de inclusão de alimentos na cesta básica nacional. Leia também Insegurança alimentar pode aumentar se a carne ficar de fora da cesta básica, diz Abiec Reforma tributária: reembolso de crédito e regras do biodiesel preocupam indústria Haddad disse que esse tema é o impasse mais relevante para a votação do parecer do primeiro projeto de a regulamentação da reforma tributária. A Câmara dos Deputados deverá iniciar a análise nesta quarta-feira (10). Haddad disse que a isenção sobre proteína animal teria impacto, segundo a Receita Federal, de 0,53 ponto percentual a mais na alíquota normal do ICMS e de até 0,57 p.p., segundo cálculos do Banco Mundial. O Imposto sobre Valor Agregado unificará cinco impostos. O texto da reforma tributária não inclui proteína animal com alíquota zero, fato que tem gerado polêmica entre parlamentares da bancada ruralista. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também defendeu a inclusão. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), fez declarações contrárias por causa do impacto na alíquota normal do ICMS. Haddad disse apenas que o tema está em negociação. “Há pontos a serem discutidos, os líderes devem dar feedback amanhã de manhã”, pontuou o ministro. Ele também voltou a dizer que a reforma tributária é um avanço e que, “quanto menos exceções, melhor”. Além disso, o ministro destacou que a decisão política sobre a reforma tributária cabe ao Congresso Nacional, mas avaliou que “o Congresso não poderá dizer que não prestamos informações”, disse. Segundo ele, a equipe envolvida no texto segue um bom caminho “com muita transparência e liderança”. Análise da proposta Haddad falou aos jornalistas na tarde desta terça-feira (9), após reunião com os líderes da Câmara dos Deputados e disse que a intenção é votar o projeto ainda esta semana, mas é preciso formar maioria. Queremos uma votação expressiva, como a da Emenda Constitucional”, afirmou. Além disso, destacou que Lira lidera um processo complexo com a reforma tributária. O ministro disse ainda que Lula fez uma declaração firme na semana passada de que receitas e despesas devem se encontrar. “Isso abre caminho para inflação baixa, crescimento, geração de empregos”, avaliou. Questionado sobre a proposta de renegociação das dívidas dos Estados com a União, Haddad respondeu que ainda não leu o texto enviado pelo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anteriormente. Segundo o ministro, o objetivo da discussão é impactar prioritariamente as contas do governo federal.
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