A Caixa Econômica Federal registrou lucro recorrente de R$ 3,287 bilhões no segundo trimestre de 2024, resultado 14% superior ao observado no primeiro trimestre e 27,3% superior ao segundo trimestre do ano passado. A margem financeira totalizou R$ 15,481 bilhões, aumento trimestral de 1,3% e aumento anual de 4,1%.
A carteira de crédito do banco atingiu R$ 1,174 trilhão, aumento de 2,7% no trimestre e de 10,6% em um ano. A inadimplência da carteira, por sua vez, encerrou junho em 2,20%, 2,34% em março e 2,79% no mesmo período do ano anterior.
A receita de serviços foi de R$ 6,755 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 1,9% no período e de 6,5% em 12 meses. As despesas operacionais (despesas de pessoal e outras despesas administrativas) totalizaram R$ 10,769 bilhões, queda de 5,7% na comparação trimestral e aumento de 9,3% na comparação anual.
As provisões para devedores duvidosos foram de R$ 4,399 bilhões, queda de 11,1% quando comparada ao primeiro trimestre e redução de 7,4% em relação ao segundo trimestre de 2023.
A carteira imobiliária, que corresponde a 66,7% do total, encerrou o trimestre com saldo de R$ 784,568 bilhões, crescimento de 3,9% no trimestre e de 14,8% em 12 meses. Desse total, R$ 456,6 bilhões vieram do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 327,0 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
O segmento de crédito comercial pessoa física encerrou o trimestre com saldo da carteira de R$ 132,390 bilhões, redução de 1,2% em relação a março e de 2,5% em relação a junho de 2023. Em relação ao crédito comercial pessoa jurídica, o saldo da carteira encerrou junho com R$ 97,902 bilhões, um queda de 0,1% no trimestre e aumento de 2,9% em um ano.
A carteira de crédito de infraestrutura atingiu saldo de R$ 101,833 bilhões, crescimento de 1,6% em três meses e 3,4% em 12 meses. No agronegócio, a carteira total atingiu R$ 59,004 bilhões, aumento de 2,1% e 19,5%, na mesma base de comparação.
A Caixa projeta crescimento de 7% a 11% para a sua carteira total de crédito em 2024. Tanto nos segmentos habitacional e de saneamento como de infraestrutura, esse aumento deverá ser de 8% a 12%. Pelas projeções, a margem financeira bruta deverá aumentar de 3% a 7%, e as despesas administrativas deverão crescer entre 7% e 11%. A carteira de finanças sustentáveis também deverá registrar aumento de 7% a 11%.
A Caixa informou que a inadimplência da carteira fechou junho em 2,20%, 2,34% em março e 2,79% no mesmo período do ano anterior. O índice de crédito imobiliário caiu para 1,55%, ante 1,72% em março e 2,08% em junho do ano passado. Na agropecuária, passou para 2,11%, ante 1,73% e 0,47%, na mesma base de comparação. No crédito comercial pessoal, a inadimplência caiu para 7,01% em junho, ante 7,29% em março e 5,93% em junho do ano passado. No comercial corporativo, caiu para 4,64%, ante 4,75% e 3,94%.
O presidente da Caixa, Carlos Vieira, tem dito que, se não forem tomadas algumas medidas relativamente ao “financiamento” (financiamento) da habitação, o “copo” para o futuro da zona ficará “vazio”. “Em 2024, a questão habitacional estará resolvida. Em 2025, não sabemos. Estamos trabalhando no limite”, comentou recentemente.
Em entrevista ao Valor em julho, a vice-presidente de habitação da Caixa, Inês Magalhães, afirmou que esta questão do financiamento é “um desafio estrutural para todo o sistema financeiro”. O banco tem defendido diversas medidas, como redução dos compulsórios, securitização de carteiras e até mudanças nas regras da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) para permitir que os fundos de pensão invistam em habitação.
Ontem, a Caixa também confirmou que solicitou licença para operar no segmento de apostas esportivas, conhecidas como “apostas”. “A Caixa informa que, como player relevante no mercado lotérico brasileiro, trabalha constantemente para desenvolver novos produtos e negócios de jogos.”
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