Os economistas aumentaram as expectativas para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024, mas reduziram as estimativas para esse indicador em 2025, apontou o Boletim Focus do Banco Central, que concentra as expectativas para os índices econômicos mais elevados. importante no Brasil. A previsão para a Selic ao final de 2024 e 2025 permaneceu estável. O relatório semanal reúne previsões para os indicadores econômicos mais importantes do Brasil.
As expectativas de inflação aumentaram de 4,12% para 4,20% em 2024, após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ter acelerado para 0,38% em julho, conforme anunciou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em Sexta-feira (11). O aumento foi o maior para o mês desde 2021 e o indicador retomou o ritmo de aceleração após desacelerar para 0,21% em junho.
A estimativa para 2025 caiu de 3,98% para 3,97%, após o aumento da semana passada. O ano que vem é o horizonte que o Banco Central acompanha mais de perto na hora de decidir as taxas de juros. Para 2026, a previsão ficou estável em 3,60%, mesmo patamar das semanas anteriores.
É importante lembrar que a meta de inflação do Banco Central é de 3% para 2024 e 2025, sempre com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Assim, o limite tolerado é de 4,5% ao ano. Assim, as previsões dos economistas ainda estão dentro do intervalo considerado aceitável.
A expectativa para a Selic, taxa básica de juros da economia, permaneceu em 10,50% ao final de 2024, assim como na semana passada. A estimativa para as taxas de juros ao final de 2025 ficou em 9,75%, após o aumento na semana passada. A projeção para a Selic ao final de 2026 ficou estável em 9,00%.
A aposta para 2024 é o que os investidores apontam em média. Segundo o Termômetro Valor Investe Copom, a maioria dos traders acredita que os juros serão mantidos em 10,50% na próxima reunião. Ou seja, os cortes terminariam no mesmo patamar projetado no Focus.
Na semana passada, o Banco Central elevou o tom ao sinalizar que poderia aumentar a taxa Selic caso julgasse necessário. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o diretor de política monetária, Gabriel Galípolo, participam hoje de eventos em que poderão dar pistas sobre os próximos passos da política de juros.
As expectativas para o dólar permaneceram em R$ 5,30 ao final de 2024, após permanecerem estáveis na semana passada. A estimativa para a moeda foi mantida em R$ 5,30 ao final de 2025, após ficar estável na semana passada. Para o final de 2026, a previsão permanece em R$ 5,25.
A expectativa de crescimento econômico medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em 2,20% em 2024, após permanecer estável na semana passada. Para 2025, a estimativa permaneceu em 1,92%, após queda na semana passada. Para 2026, a projeção foi mantida em 2%.
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