Os economistas aumentaram as expectativas para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024, mas reduziram as estimativas para esse indicador em 2025, apontou o Boletim Focus do Banco Central, que concentra as expectativas para os índices econômicos mais elevados. importante no Brasil. A previsão para a Selic permaneceu estável para o final de 2024, mas aumentou para 2025. A projeção é que a Selic permaneça na casa dos dois dígitos no próximo ano.
A expectativa para a inflação medida pelo IPCA passou de 4,20% para 4,22% em 2024, alta pela segunda semana consecutiva. A estimativa para 2025 caiu de 3,97% para 3,91%, mínima pela segunda semana consecutiva. O ano que vem é o horizonte que o Banco Central acompanha mais de perto na hora de decidir as taxas de juros. Para 2026, a previsão ficou estável em 3,60%, mesmo patamar das semanas anteriores.
É importante lembrar que a meta de inflação do Banco Central é de 3% para 2024 e 2025, sempre com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Assim, o limite tolerado é de 4,5% ao ano. Assim, as previsões dos economistas ainda estão dentro do intervalo considerado aceitável.
A expectativa para a Selic, taxa básica de juros da economia, permaneceu em 10,50% ao final de 2024, assim como na semana passada. A estimativa para as taxas de juro no final de 2025 aumentou de 9,75% para 10%, depois de permanecer onde estava na semana passada. A previsão para a Selic ao final de 2026 foi mantida em 9,00%.
A aposta para 2024 é o que os investidores apontam em média. Segundo o Termômetro Valor Investe Copom, a maioria dos traders acredita que os juros serão mantidos em 10,50% na próxima reunião. Ou seja, os cortes terminariam no mesmo patamar projetado no Focus.
Na semana passada, o Banco Central elevou o tom ao sinalizar que poderia aumentar a taxa Selic caso julgasse necessário. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o diretor de política monetária, Gabriel Galípolo, participam hoje de eventos em que poderão dar pistas sobre os próximos passos da política de juros.
As expectativas para o dólar aumentaram de R$ 5,30 para R$ 5,31 ao final de 2024, após permanecerem estáveis na semana passada. A estimativa para a moeda foi mantida em R$ 5,30 ao final de 2025, após ficar estável na semana passada. Para o final de 2026, a previsão permanece em R$ 5,25.
A expectativa de crescimento econômico medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) aumentou de 2,20% para 2,23% em 2024, após a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que deu um salto. Para 2025, a estimativa caiu de 1,92% para 1,89%, após ficar estável na semana passada. Para 2026, a projeção foi mantida em 2%.
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