O Bitcoin (BTC) opera em alta nesta sexta-feira (9) e reduz, mas não apaga, as perdas da semana. Nos últimos sete dias, a maior criptomoeda em valor de mercado cai 2,2%, enquanto a éter (ETH)a segunda maior, caiu 13,6%.
Nos próximos dias, um evento que poderá causar grande volatilidade é a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos Estados Unidos para o mês de julho. Se a inflação ficar abaixo das expectativas, isso dará fôlego aos mercados de renda variável, pois trará mais confiança ao mercado. Reserva Federal (Fed) começar a reduzir as taxas de juros americanas em Setembro. Caso contrário, uma nova onda de aversão ao risco poderá atingir os investidores.
Segundo André Franco, chefe de análise do MB, o principal elemento a ser monitorado na próxima semana será o índice de inflação, que novamente terá alta prevalência no cenário macroeconômico.
Por volta das 17h39 (horário de Brasília) o bitcoin subia 2% em 24 horas, cotado a US$ 60.820 e o ether, moeda digital da rede Ethereum, subia 0,8%, a US$ 2.600, segundo dados da CoinGecko. O valor de mercado combinado de todas as criptomoedas do mundo é de US$ 2,21 trilhões. Em reais, o bitcoin valoriza 0,59%, a R$ 335.938, enquanto o ether cai 0,38%, a R$ 14.373, segundo valores fornecidos pela MB.
Entre as altcoins (criptomoedas que não são bitcoin), Solana (SOL) cai 1,5%, para US$ 153,71, BNB (token Binance Smart Chain) sobe 0,6%, para US$ 507,93 e Avalanche (AVAX) cai 0,9%, para US$ 21,61.
Bernardo Bonjean, fundador da Metrix, destaca que com a queda para US$ 50 mil ocorrida na segunda-feira (5), o percentual de carteiras digitais de bitcoin no lucro atingiu o menor nível desde janeiro. Porém, ele lembra que reveses como esse não são tão anormais no mercado de criptoativos. “Na verdade, nos últimos cinco anos, o bitcoin sofreu oito quedas de mais de 25% em um período de sete dias. No entanto, em todas as ocasiões anteriores, o mercado levou em média 90 dias para retornar aos níveis anteriores ao crash.”lembrar.
O especialista da Metrix comentou ainda que a semana foi positiva para moedas estáveiscriptomoedas cujo valor está vinculado ao de uma moeda tradicional como o dólar. “O valor de mercado dos principais projetos manteve-se acima de US$ 150 bilhões, apesar do forte desempenho nos demais protocolos”ele destaca. Segundo Bonjean, as stablecoins são um forte indicador da liquidez do mercado criptográfico.
Entre os fundos negociados em bolsa bitcoin à vista (ETFs) que operam nas bolsas de valores americanas, ontem um saldo líquido positivo de US$ 194,6 milhões. Quem liderou os ingressos foi o IBIT, da BlackRock, com US$ 157,6 milhões a mais de compras de cotas em relação às vendas. Entre os ETFs Spot Ether, saldo negativo, totalizando US$ 2,9 milhões. A principal responsável pela saída de capitais foi a ETHE, da Grayscale, com US$ 19,8 milhões.
Usando análise técnicaFernando Pereira, analista da Bitget, diz que o mercado montou um pivô gráfico de alta após os dados abaixo do esperado sobre os pedidos de seguro-desemprego nos EUA na quinta-feira (8), algo que pode impulsionar os preços das criptomoedas. “As próximas metas do Bitcoin são US$ 62.800, US$ 64.000 e US$ 66.000”, diz ele.
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