O Bitcoin (BTC) opera em alta nesta quinta-feira (12) e ultrapassa novamente US$ 58 mil depois de flertar com níveis mais baixos nos últimos dias. A maior criptomoeda é impulsionada por alta das empresas de tecnologia nos Estados Unidos e ganhos no mercado asiático. No dia anterior, as ações da fabricante de chips Nvidia subiu 8,2%, ao mesmo tempo que os títulos Maçã, Google e Microsoft obteve ganhos de até 2%.
Entre os fundos negociados em bolsa bitcoin à vista (ETFs) negociado nas bolsas americanas, ontem foi registrado saldo líquido negativo de US$ 43,9 milhões após duas sessões consecutivas de fluxos positivos. O principal responsável pela saída de capitais foi a ARKB, de Arca Investque registrou US$ 54 milhões em vendas de cotas excedentes em relação às compras. Entre os ETFs de ether, o fluxo foi ligeiramente negativo em US$ 500.000. O maior alvo de saques foi a ETHV, de VanEckcom saídas de US$ 1,7 milhão.
Por volta das 7h02 (horário de Brasília) o bitcoin subia 2,4% em 24 horas, cotado a US$ 58.038 e o ether, moeda digital da rede Ethereum, subia 1%, a US$ 2.352, segundo dados da CoinGecko. O valor de mercado combinado de todas as criptomoedas do mundo é de US$ 2,13 trilhões. Em reais, o bitcoin valoriza 1,88%, a R$ 328.123, enquanto o ether sobe 0,41%, a R$ 13.298, segundo valores fornecidos pela MB.
Entre as altcoins (criptomoedas que não são bitcoin), solana (SOL) sobe 2,4% para US$ 134,48, BNB (token Binance Smart Chain) dispara 6,3% para US$ 544,06 e Avalanche (AVAX) registra ganhos de 0,4% a US$ 23,58.
Segundo Beto Fernandes, analista da Foxbit, o bitcoin conseguiu recuperar os ganhos do início da semana, indicando que as apostas dos investidores nos dados inflacionários nos EUA foram acertadas. Ontem foi divulgado o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que registou crescimento de 0,2% em agosto face a julho, em linha com projeções dos economistas.
“A leitura do mercado acaba passando a ideia de que, mesmo com a desaceleração da inflação, deixa o cenário cada vez mais pavimentado para um ‘pequeno’ corte na taxa de juros, de 0,25 ponto percentual”, avalia Fernandes.
Será na próxima semana, quarta-feira (18), a decisão do Federal Open Market Committee (FOMC) sobre a taxa de juros dos EUA. O corte de 0,25 pp é amplamente esperado pelos investidores e já era esperado há meses. Mesmo precificada, a redução das taxas pode estimular os mercados de renda variável, pois significa mais liquidez para os investidores e menor ganho de renda fixa em títulos do Tesouro dos EUA, considerados os ativos mais seguros do mundo.
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