Nos últimos dias assistimos a uma forte volatilidade no mercado de criptomoedas, com o bitcoin (BTC) a registar uma recuperação, depois de ter caído no início da semana passada, mas a sofrer um sell-off no domingo.
A negociação de criptografia não “fecha” como os pregões tradicionais, operando 24 horas, sete dias por semana. Os finais de semana tendem a registrar maiores oscilações, embora com menor volume financeiro.
Entenda os principais termos e conceitos do universo criptográfico
Apesar de ter encerrado a semana passada com ligeira queda acumulada, nos últimos sete dias, o bitcoin registou uma valorização de 10%, descontando a forte queda de segunda-feira em que sangraram todos os mercados de ativos de risco.
A recuperação, no entanto, foi interrompida pela realização de lucros no fim de semana, o que levou a uma queda de quase 4%.
Na manhã desta segunda-feira (12), o principal criptoativo era negociado na casa dos US$ 60 mil, próximo da estabilidade nas últimas 24 horas.
Os investidores deverão manter os seus activos, aguardando a divulgação dos dados macroeconómicos nos Estados Unidos, nomeadamente a inflação ao consumidor (IPC), na quarta-feira. O indicador é um dos mais importantes na avaliação do Federal Reserve, banco central americano, para determinar a direção da taxa de juros do país e, consequentemente, do dinheiro dos investidores.
Os agentes de mercado esperam que os números reforcem a decisão do Fed de realizar um primeiro corte nas taxas de juros na reunião do comitê de política monetária em setembro.
Para Julio Andreoni, especialista em criptomoedas do Bitybank, o cenário macroeconômico deverá influenciar fortemente o mercado de criptoativos nesta semana, assim como ocorreu na semana anterior devido ao carry trade da moeda japonesa e à narrativa de uma possível recessão nos Estados Unidos. “Com a divulgação do IPC, equivalente ao IPCA dos Estados Unidos, dependendo dos resultados, poderá haver grande volatilidade no mercado”, ressalta.
A analista gráfica Ana de Mattos, sócia da Ripio, destaca que, “se o movimento de alta continuar, a resistência de curto e médio prazo está nas faixas de preço de US$ 63.600 e US$ 67.380, onde há uma região de forte liquidez”.
Porém, segundo Mattos, se o movimento se reverter, com a entrada de muito fluxo de vendas, o suporte de médio e longo prazo fica nas áreas de valor de US$ 52,7 mil a US$ 48,5 mil.
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