Em um mês cheio de novidades (e volatilidade), o Bitcoin (BTC) preparava-se para entregar um aumento consistente de quase 10%, mas nos últimos dias os investidores optaram por vender e embolsar os lucros obtidos até o início desta semana.
Durante o mês de julho, a principal criptomoeda em valor de mercado voltou a apresentar sua maior característica: a de montanha-russa. Começou os primeiros dias do mês no patamar de US$ 60 mil, caiu para pouco mais de US$ 50 mil, chegou a US$ 70 mil, voltou e termina o mês novamente em US$ 60 mil. Entre o mínimo e o máximo, a variação foi de 30%. Porém, “nove fora”, a rentabilidade do mês não ultrapassou 5%.
Entenda os principais termos e conceitos do universo criptográfico
A baixa do período foi causada principalmente pelo vazamento de bitcoins realizado pelo governo alemão, que liquidou seus criptoativos decorrentes de apreensões em atividades ilícitas.
Já do lado favorável da força compradora, conta agora com o fator “eleição presidencial nos EUA”. O embate entre democratas e republicanos pelo mercado de criptomoedas tem ditado movimentos, principalmente pela sinalização de que o candidato Donald Trump estariam liderando as intenções de voto. Trump é agora publicamente a favor das criptomoedas, nomeadamente do Bitcoin – apesar de já ter sido publicamente contra.
Em conferência realizada no estado do Tennessee, no último sábado (27), Trump declarou que, se eleito, seu governo formará reservas em bitcoin e que demitirá “imediatamente” Gary Gensler, presidente da SEC, a CVM americana, que é contra o setor, apesar de o regulador ter aprovado a listagem e negociação de ETFs (fundos de índice negociados em bolsa) para bitcoin e ethereum (a segunda maior criptomoeda em valor de mercado).
Esta quarta-feira, o comité de política monetária do Reserva Federal (Fed, o banco central americano) decidiu manutenção da taxa básica de juros, entre 5,25% e 5,50% ao ano – o que já era consenso entre os agentes de mercado.
O que realmente se esperava era o discurso do presidente do Fed, Jerônimo Powell, sobre quando os cortes nas taxas começarão. Essa redução é aguardada com muita expectativa pelo mercado para aumentar o fluxo de recursos para ativos de maior risco, como ações e criptos. Na direção oposta, a manutenção da taxa continua a favorecer os investimentos em renda fixa americana.
Em sua declaração, logo após o anúncio da decisão, Powell afirmou que prevê um corte nas taxas de juros nos próximos meses, mas evitou citar uma data específica.embora haja muita especulação de que isso poderá acontecer em breve, em setembro.
O impacto das declarações de Powell no mercado criptográfico, por enquanto, é nulo. O mercado de ações da empresa registrada em Nova York. Entre os índices aos quais o bitcoin se correlaciona, o S&P 500 avançou 1,58%, para 5.522 pontos e o Nasdaq subiu 2,64%, para 17.599 pontos. Por volta das 17h10 (horário de Brasília), o bitcoin é negociado em torno de US$ 65 mil.
Embora o bitcoin seja a estrela do mercado criptográfico, os holofotes em julho se concentraram em ethereum (ETH), segunda maior criptografia em valor de mercado. Mesmo que seus ETFs (fundos de índice negociados em bolsa) tenham recebido aprovação da SEC, As negociações começaram no dia 23.
Nove ETFs de grandes gestoras globais do mercado tradicional, incluindo BlackRock, Franklin Templeton e VanEck, e gigantes de criptoativos, como Bitwise e Grayscale, começaram a ser negociados na NYSE e Nasdaq, em Nova York, e na CBOE, em Chicago.
No caso da Grayscale, além de disponibilizar um novo produto de investimento, obteve autorização da SEC para converter seu fundo fechado Grayscale Ethereum Trust (ETHE) em ETF. Na estreia, fluxo financeiro chegou a US$ 1 bilhão.
Como era de se esperar, houve forte saída de investidores do ETHE da Grayscale e, grande parte, migrou para os lançados recentemente, que possuem taxas mais atrativas. A BlackRock recebeu o maior influxo. Porém, o volume financeiro transacionado não tem sido o mesmo de antes e – por enquanto – não afetou o preço do ethereum.
A expectativa é que o ethereum repita o desempenho do bitcoin, após o lançamento de ETFs próprios em janeiro. Dois meses depois, em março, o principal representante do setor renovou o preço recorde, de US$ 73,7 mil.
O máximo histórico do Ethereum é de US$ 4.800, registrado em novembro de 2021.
Hoje, por volta das 18h (horário de Brasília), estava sendo negociado a US$ 3.200. No mês, acumulou leve queda de 4%. No ano, registrou ganho de 40%.
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