“O FBI está liderando a investigação”, disse ele em comunicado na Casa Branca. Antes do discurso, Biden e a vice-presidente Kamala Harris reuniram-se com representantes de agências governamentais dos EUA envolvidas na investigação do ataque.
Ele disse ainda que “todas as medidas de segurança” da convenção do Partido Republicano, que começa nesta segunda-feira (15), serão revistas. Afirmou ainda que ordenou que os órgãos de segurança nacional fizessem uma “análise independente” sobre o ataque, para posteriormente ser divulgada à população.
“Não há lugar na América para este tipo de violência ou qualquer outro”, disse ele. “Vamos debater, discordar, isso não vai mudar. Mas não percamos de vista o fato de que somos americanos.”
Estiveram presentes na reunião da Casa Branca Alejandro Mayorkas, secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, Merrick Garland, procurador-geral do país, e representantes de agências federais envolvidas na investigação do caso, como o diretor do FBI, Christopher Wray.
Biden destacou que as investigações estão “no início” e pediu à população que permita que o FBI continue com elas. Biden também apelou mais uma vez à “unidade” do país.
Biden afirmou ainda que teve “uma conversa curta, mas boa” com Trump na noite de sábado (13). A conversa ocorreu horas depois do ataque a Trump.
“Estou sinceramente grato por ele estar se recuperando”, disse Biden no discurso. Acrescentou que Trump terá “todos os recursos” necessários para a sua proteção pessoal, através do trabalho do Serviço Secreto.
“Apresentamos as nossas condolências à vítima que morreu, que era um pai que protegia a sua família e perdeu a vida. Esperamos pela recuperação dos feridos e por todas as forças de segurança que arriscaram as suas vidas”, acrescentou o presidente.
Biden afirmou ainda que está orando por todos os envolvidos e pediu “unidade” no país. O presidente voltará a falar sobre o assunto, ainda hoje, no Salão Oval da Casa Branca.
No sábado, o presidente dos Estados Unidos já tinha feito uma declaração em comunicado da Casa Branca. No comunicado, Biden disse estar “extremamente grato” por saber que Trump estava bem e seguro.
Trump foi alvo de um ataque no último sábado, num comício na cidade de Butler, na Pensilvânia. Identificado como Thomas Matthew Crooks, o atirador tinha 20 anos e foi morto pelo serviço secreto após o tiroteio. O motivo não foi revelado, mas o serviço secreto trata o caso como homicídio.
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