Ó Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barrosoafirmou nesta terça-feira (23) que os países grandes emissores não têm cumprido suas respectivas obrigações internacionais e aumentado a liberação de carbono na atmosfera, o que dificulta o combate às mudanças climáticas e ao aquecimento global.
Segundo ele, que participa do Seminário de Sustentabilidade e Governança Corporativa, promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Ítalo-Brasileira, entre os motivos da dificuldade da descarbonização estão a negação por parte da sociedade de que a ação humana é a causa da extrema efeitos climáticos. , um adiamento permanente de soluções e uma visão política de curto prazo.
Barroso destacou que uma das funções do Judiciário é a protecção dos direitos fundamentais e a questão climática emergiram como uma questão de direitos humanos.
Como os governos não têm sido rápidos em fornecer soluções, o Judiciário pode agir para acelerar as saídas e proteger as minorias. A questão ambiental, destacou, ainda afecta as gerações futuras, que ainda não têm voz, dentro de um conceito muito recente de justiça intergeracional.
“Temos um problema urgente, muito sério, que não entrou no radar da sociedade”, disse Barroso.
Barroso disse que a questão ambiental está judicializada “desde sempre”. Como o tema está previsto na Constituição Federal, o tribunal, como guardião da Carta, tem o papel de tratar das questões.
Segundo ele, o papel do Supremo nesta questão é um dever jurídico que precisa ser cumprido.
O ministro lembrou que o STF decidiu recentemente pela retomada dos projetos ambientais e pela liberação do Fundo Clima, e destacou que as enchentes no Rio Grande do Sul são um exemplo de mudança climática que precisa estar urgentemente no radar da sociedade.
Barroso disse ainda que o Brasil não tem atualmente condições de ser um líder industrial ou tecnológico, mas tem todas as condições para ser um líder ambiental. Isso se deve à matriz energética limpa.
Na energia elétrica, o país é líder na geração hidrelétrica e possui um dos maiores potenciais globais de energia eólica, solar e de biomassa.
“Temos energia limpa e renovável e o maior provedor de serviços ambientais do mundo, que é a Amazônia.”
Barroso lembrou que a Floresta Amazônica oferece extensa biodiversidade, armazenamento de carbono e regulação da temperatura global com “rios voadores”. Ele também vê espaço para explorar o turismo verde na Amazônia, como forma de geração de recursos e preservação ambiental.
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