Cellva captou recursos e busca crowdfunding para vender produção para indústrias alimentícias Biotech Cellva criou uma tecnologia que produz banha em laboratório e quer atrair investidores com seu apelo sustentável, pois evita o abate de animais. A empresa abriu uma rodada na plataforma Captable em busca de até R$ 1 milhão, que pode vir principalmente de investidores pessoas físicas – nas primeiras 48 horas na plataforma, arrecadou R$ 389 mil. Leia mais Startup busca financiamento para aplicativo que ‘lê’ focinho de boi Startups agrícolas atraem até quem ‘nunca abriu portão de fazenda’ Tecnologia de banha de porco está em processo de aprovação na Anvisa e aquisição da Captable pela Cellva faz parte de um esforço financiamento mais amplo para a biotecnologia. A empresa captou R$ 7,5 milhões com os fundos Proveg, programa europeu de desenvolvimento de ingredientes, da espanhola Rumbo, da argentina AirCapital e das brasileiras EA Angels e Fundepar. O Cellva surgiu em 2022, em uma conversa entre Sérgio Pinto, ex-diretor global de inovação e pet food da BRF, e Bibiana Matte, doutora em biotecnologia pela UFRS. A dupla percebeu que o mercado alimentar precisava de ingredientes que pudessem aliar sabor, nutrição e sustentabilidade, uma procura crescente das novas gerações mas também na discussão sobre longevidade. Nos últimos anos, surgiram uma série de novos açúcares, novas proteínas e vitaminas em cápsulas. Mas em relação à gordura não vimos novidade, pois ela é importante para o nosso corpo, ajuda no sabor e na nutrição”, afirma Pinto. Com mais de 20 anos de experiência no setor de alimentos e bebidas, Pinto já havia fundou a consultoria Massa Lab e a rede de pizzarias La Braciera traz currículo acadêmico, construído em universidades americanas, em Michigan e San Diego, e no Brasil foi uma das pioneiras no desenvolvimento da tecnologia de carne cultivada. de R$ 1 milhão, que incluiu a criação de um banco de células. Na gordura, a extração vem de um único animal, coletado uma única vez, sem abate. O material é congelado e as células são cultivadas em escala semelhante à do biorreator. processo de fermentação da cerveja, multiplicando a cada 10 dias e tendo a gordura como produto final “Isolamos essa célula e depois multiplicamos. Para terem o melhor desempenho, eles têm que estar em um ambiente estruturado e nós desenvolvemos o nosso, que chamamos de microcarreador, e a partir daí eles produzem gordura”, explica Matte. Saiba mais taboola Os microcarreadores patenteados, também aplicados na agricultura celular , do setor farmacêutico e veterinário, são compostos ativos vegetais, que a empresa já começou a comercializar para outras finalidades além da gordura. Nos primeiros 18 meses desde a sua fundação, a empresa focou na pesquisa e, além dessa tecnologia e da formulação. de gordura cultivada, criou um sistema de encapsulamento que ajuda a preservar aromas e bioativos, já testado em alimentos como brigadeiros e biscoitos. A primeira receita da Cellva veio no mês passado com a venda de microcarreadores e a previsão é que, até o final do ano,. estará pronto. Faturamento chega a R$ 45 mil “Demorou um ano e meio de estudo, para pesquisar e validar os modelos. Agora finalmente temos a possibilidade de começar a trazer receita para casa”, diz Pinto. A empresa já possui memorando de entendimento para venda de gordura com três fabricantes de alimentos, mas precisa de licença para começar. Os recursos do Captable e os recursos ajudarão a começar a aumentar a capacidade de produção da empresa, que atualmente é de 15kg por mês no laboratório de Porto Alegre, e a investir na estratégia comercial. A ambição é estar na faixa das toneladas até o início de 2026.
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