Ó Presidente do Banco Mundial, Ajay Bangaanunciou, nesta quarta-feira (24), o compromisso de Aliança Global contra a Fome e a Pobrezaa principal iniciativa do Presidência brasileira no G20. Além da parceria para financiamento de projetos, o banco contribuirá na elaboração de políticas e diagnósticos.
Banga disse que o Brasil mostrou que a fome e a pobreza são “inteiramente evitáveis” e classificou a liderança do Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na presidência do G20, centrando-se nesta questão.
Mais cedo, em reunião com Lula, ele elogiou a Bolsa Família e disse que costuma citar o programa de transferência de renda como exemplo de política social bem-sucedida, que atinge efetivamente quem mais precisa.
Ao participar do lançamento da Força-Tarefa para o Estabelecimento da Aliança, ao lado do presidente brasileiro, Banga afirmou que o Banco Mundial “está nesta luta para ajudar a escalar soluções comprovadas” e será o principal parceiro de conhecimento da Aliança.
“Nesta condição, geraremos soluções contra a fome para o conjunto de políticas da Aliança e coordenaremos a troca de conhecimentos. Isto será complementado por novos diagnósticos que permitirão trocas de percepções entre países sobre temas como a fome, a pobreza e a protecção social, permitindo aos governos tomar decisões informadas”, afirmou.
Como “o conhecimento tem mais impacto quando acompanhado de recursos”, Banga revelou que vai colocar a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), unidade do Banco Mundial focada nos países de menor rendimento, para ajudar a financiar os projectos escolhidos pelos países.
“Esta é uma parceria natural, uma vez que a IDA é a maior fonte de subvenções e financiamento condicional para combater a pobreza e a fome; e com um forte reabastecimento, podemos fazer ainda mais”, disse ele.
A ideia é que a IDA funcione como um mecanismo de financiamento de projectos de combate à fome e à pobreza. A quantidade de recursos disponíveis, no entanto, dependerá de quanto os países participantes contribuirão e da escala dos programas. Com o lançamento do grupo de trabalho, os países e instituições interessados poderão agora aderir à Aliança.
O presidente do Banco Mundial destacou ainda que a Aliança e a parceria permitirão fortalecer o trabalho já realizado pela instituição contra a pobreza. “Nas últimas duas décadas, construímos programas de proteção social que ajudaram mais de 250 milhões de pessoas afetadas por choques e crises alimentares”, disse ele.
Meta de apoiar meio bilhão de pessoas até o final de 2030
Juntamente com os parceiros, a ideia é agora uma nova ambição: apoiar meio bilhão de pessoas até ao final de 2030, com as mulheres representarão metade deste contingente.
“Para atingir este objetivo, estamos a utilizar um sistema inovador de transferência digital de recursos que garante que os necessitados recebem recursos diretamente, ao mesmo tempo que combatemos a corrupção e o desperdício”, afirmou.
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