Vinte e dois mil milhões de dólares é o custo dos impactos da mudanças climáticas estimado para a economia global a cada ano, de acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No Brasil, o prejuízo financeiro poderá chegar a US$ 2,6 bilhões. A crise climática já está entre os dez maiores riscos para os negócios no mundo e, entre os brasileiros, é considerada o maior risco para a economia, segundo o Barômetro de Risco Allianz 2024.
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Se houvesse alguma dúvida sobre o impacto aquecimento global no ambiente e na sociedade, os últimos anos demonstraram que já não há espaço para o cepticismo. No espaço de um ano, tivemos uma seca histórica na Amazônia, cidades inteiras foram inundadas no Rio Grande do Sul e o Pantanal voltou a pegar fogo. É hora de agir.
Esses episódios também trazem à tona outra observação: Não é possível ignorar a perda de biodiversidade causada pela emergência climática. O Brasil é considerado o principal hotspot de biodiversidade do mundo. Abriga 12% das espécies vegetais existentes no planeta, 12% dos mamíferos e 24% dos peixes.
Ao mesmo tempo que as mudanças climáticas colocam em risco a biodiversidade brasileira, a vulnerabilidade dos próprios ecossistemas, causada pela perda ou empobrecimento de espécies, também impacta o clima.
Um problema silencioso, mas que tem consequências importantes: os cientistas sugerem que já estamos a viver a sexta extinção em massa de espécies. Ao contrário das extinções em massa do passado, bactérias, fungos, plantas, mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e invertebrados sofrem agora às mãos do homem. A desflorestação, a degradação ambiental, a poluição e o tráfico de espécies ameaçam a vida na Terra.
Ainda há tempo de parar esse movimento. As soluções passam por combater as alterações climáticas, investir na conservação e restauração de habitats, incentivar a inovação e a investigação e, claro, aumentar a consciência pública, envolvendo a sociedade na defesa coletiva das mais variadas formas de vida.
Procurando fazer parte desta revolução, escolhemos Biodiversidade como tema da edição 2024 do Um Planeta. A publicação especial traz uma série de reportagens que revelam as principais ameaças à natureza e o potencial econômico e socioambiental da conservação das espécies.
O anuário será distribuído nesta quinta-feira (25/07) aos assinantes do Valor Econômico e, no dia 9 de agosto, aos assinantes da revista Época NEGÓCIOS. Você pode baixar a revista aqui.
Entre os relatórios que compõem as mais de 130 páginas, está um mapa completo dos hotspots de biodiversidade, das ameaças que enfrentam e de como é feito o trabalho de conservação das espécies nesses locais. O anuário também apresenta relatórios sobre os efeitos das alterações climáticas na fauna e na flora e como as espécies estão a “virar-se” para se adaptarem a um novo ambiente. A natureza como inspiração para arquitetura, engenharia e inovação de produtos também é tema de ensaio fotográfico.
Como a valorização econômica da biodiversidade é essencial para a sua conservação, este foi o foco de três relatórios desta edição, nos quais abordamos os créditos da biodiversidade, as oportunidades para a sociobioeconomia e a importância dos atuais tratados internacionais sobre remuneração justa para detentores de conhecimento.
Nas colunas, o renomado grupo de pesquisadores Carlos Nobre, Julia Arieira, Diego Oliveira Brandão e Nathália Nascimento explica por que dependemos da floresta tropical mais diversificada do mundo, a Amazônia. Heloísa Schurmann, líder da Voz dos Oceanos, fala sobre o que pode ser feito para livrar os mares da poluição plástica. Já Puyr Tembélíder do povo Tembé Tenetehara do Alto Rio Guamá e secretário de Estado dos Povos Indígenas do Pará, fala sobre um problema antigo e, ao mesmo tempo, contemporâneo: a mineração, que prejudica o solo, a floresta e as pessoas que dela dependem isto. Roberto Silva Waakbiólogo, presidente do Conselho do Instituto Arapyaú e um dos fundadores da rede Uma Concertação pela Amazônia, defende que a nova fronteira do conhecimento terá que se basear na natureza e na sua sociobiodiversidade.
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