O Todos registrou lucro de R$ 326,1 milhões no segundo trimestre de 2024, crescimento de 113,1% em relação ao apresentado um ano antes, segundo informações financeiras divulgadas pela empresa, nesta terça-feira (13). Na mesma base de comparação, porém, as receitas caíram 1,3%, para 641,7 milhões.
“No ano e meio desde a fusão entre Aliansce Sonae e BR Shoppingsnão houve aumento nos resultados operacionais. Pelo contrário, a Allos conseguiu apresentar um crescimento consistente, apesar dos desafios macroeconômicos”, disse Daniella Guanabara, diretora financeira da empresa em entrevista ao Valor.
O fluxo de caixa operacional (FFO), indicador utilizado no setor de shopping centers por excluir os efeitos da depreciação imobiliária, dando maior visibilidade às operações das empresas, atingiu R$ 312,1 milhões, expansão de 33,4%.
Desinvestimentos em 11 shoppings
No último ano, Allos, resultado da fusão da Aliansce Sonae com a BR Malls, realizou desinvestimentos em 11 shopping centers. Portanto, a empresa optou por apresentar uma base comparativa pró-forma, aplicando as participações atuais a bases históricas, de forma a torná-las comparáveis.
A receita de estacionamento cresceu 14,2%, para R$ 113,3 milhões. A subsidiária de mídia Olá teve receita de R$ 35 milhões, um aumento anual de 25,1%, atingindo o equivalente a 5,2% da receita bruta total da empresa.
As vendas totalizaram R$ 9,4 bilhões, aumentando 5,8% no ano. Divididas pela metragem quadrada, as vendas atingiram R$ 1.845, um aumento anual de 8%, refletindo a atuação da empresa na qualificação do mix e na gestão do portfólio.
Guanabara afirma que parte fundamental da estratégia da Allos é melhorar o fluxo de pessoas, por meio de diversas opções de serviços, entretenimento e consumo, pois isso resulta no aumento das vendas. “Queremos ser ‘partilha de vida’ [parte da vida] de clientes e não apenas ‘share of wallet’ [parte da carteira]. Queremos criar uma experiência completa para o cliente, para que ele queira voltar.”
A taxa de ocupação subiu para 96,3% neste segundo trimestre, face aos 95,7% apresentados um ano antes. Guanabara explica que a empresa desenvolveu uma estratégia para recuperar áreas ocupadas por grandes varejistas que tiveram problemas financeiros nos últimos tempos.
“Negociamos a volta de algumas lojas, principalmente em pontos estratégicos onde era possível dividir um espaço maior entre dois ou três varejistas menores e com públicos diferentes.”
As vendas mesmas lojas (SSS) foram de 3,9%, enquanto os aluguéis mesmas lojas (SSR) foram de 2,6%.
O lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) totalizou R$ 447,6 milhões, um aumento anual de 4,7%. A margem Ebitda ajustada, porém, caiu de 72,2% para 71,4%.
Até junho de 2024, a Allos recebeu mais de R$ 1,8 bilhão provenientes de desinvestimentos anunciados, fechando o trimestre com alavancagem de 1,5 vezes.
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