O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza será um dos principais resultados da presidência brasileira do G20, grupo de 19 países mais a União Europeia e Africana.
Segundo o presidente brasileiro, a aliança pré-lançada esta quarta-feira no Rio nasce de uma “vontade política” e de um “espírito de solidariedade” dos membros do G20.
“Será um dos principais resultados da presidência brasileira do G20. Seu objetivo é dar novo impulso às iniciativas existentes, alinhando esforços nos níveis nacional e internacional”, disse Lula em discurso no encontro que contou com a participação de 30 ministros dos países membros, representantes de organismos internacionais e bancos de desenvolvimento no Galpão da Cidadania, no zona portuária. Carioca.
O presidente brasileiro destacou que a Aliança será lançada formalmente pelo G20 na Cúpula de Chefes de Estado, em novembro, e está aberta a todos os países do mundo, além de organizações internacionais e bancos de desenvolvimento que queiram aderir à iniciativa voluntariamente. “Qualquer pessoa que queira se juntar a este esforço coletivo é bem-vinda.”
Na reunião ministerial da Task Force que trabalhou na construção da Aliança, esta quarta-feira, foram aprovados quatro documentos: os termos de referência e governação da Aliança; os critérios de inclusão para a cesta de políticas públicas que podem ser replicadas pelos países; o modelo de declarações de compromisso que cada membro deve criar e endossar; e o documento fundador da Aliança Global – a declaração política “Unidos contra a Fome e a Pobreza”.
Lula avalia que o G20 foi fundamental para “evitar o colapso” da economia internacional no contexto da crise econômica de 2008 e que, agora, os líderes mundiais reunidos no fórum têm a oportunidade de responder a outro desafio sistêmico: a fome e a extrema pobreza. pobreza .
“Precisamos de soluções duradouras e devemos pensar e agir juntos. A aliança representa uma estratégia para a conquista da cidadania. A melhor forma de executá-lo é promover a coordenação de todos os atores relevantes”, afirmou.
O presidente explicou que o projeto será administrado com base em uma secretaria instalada nas sedes da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma e Brasília, e que metade dos custos será custeada pelo Brasil. Segundo Lula, outros países já se dispuseram a contribuir.
“A estrutura [da Aliança] Será pequeno, eficiente e provisório, com pessoal especializado. E funcionará até 2030, quando será desativado”, afirmou.
Mais cedo, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, disse aos jornalistas que a estrutura administrativa da iniciativa deverá custar entre US$ 18 milhões e US$ 20 milhões até 2030. Desse valor, o Brasil pagará cerca de US$ 9 milhões a US$ 10 milhões. milhão.
Lula destacou que a frente global não prevê a criação de novos fundos, mas mobilizará recursos que já existem e estão dispersos. Segundo o presidente, a ideia é tornar conhecidas e replicadas experiências bem-sucedidas no combate à fome e à pobreza em outros países.
“Nenhum programa será transferido mecanicamente de um lugar para outro. Vamos sistematizar e oferecer um conjunto de projetos que possam ser adaptados às realidades específicas de cada região”, destacou.
Lula afirmou ainda que recebeu “com satisfação” os anúncios feitos pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelo Banco Africano de Desenvolvimento, para estabelecer um mecanismo financeiro para direitos de saque especiais em apoio à Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza.
“É gratificante saber que a segurança alimentar será um tema central na agenda estratégica do Banco Mundial nos próximos anos.”
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