Apesar da expectativa de que Congresso vote esta semana no projeto para dar transparência às emendas parlamentaresa necessidade de ajustes na proposta e a previsão de conversas conclusivas determinaram o adiamento da análise do texto, que ainda não foi enviado pelo Executivo ao Legislativo.
Para superar a crise criada após o bloqueio do pagamento de recursos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário martelaram na criação de uma proposta que desse transparência à distribuição desses recursos.
Ontem, os parlamentares aguardavam o envio da proposta pelo governo, o que fez com que a reunião de Comitê Misto de Orçamento (CMO) foi suspensa – a reabertura ocorreria assim que a medida chegasse para votá-la rapidamente e submetê-la ao plenário do Congresso.
Isso, porém, acabou não acontecendo, pela necessidade de conversas finais entre representantes dos três poderes e pela busca por um alinhamento de conteúdo que garanta amplo apoio dos parlamentares à medida.
Uma das conversas pendentes seria entre o Ministro da Casa Civil, Rui Costacom o Presidentes das Câmaras, Arthur Lira (PP-AL), do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)e líderes partidários das duas Casas. A reunião seria importante para “olear bem” a proposta e evitar surpresas durante a votação. Além disso, o texto final ainda precisaria ser apresentado aos Ministros do STF para garantir que todos os envolvidos tivessem conhecimento do que seria votado e, assim, inibir reações posteriores.
Pacheco viajou hoje para São Paulo. Este é mais um sinal, na visão de seus aliados, de que não haverá avanços na questão das emendas enquanto ele estiver fora da capital federal. Com isso, a avaliação é que as discussões devem continuar na próxima semana.
Um dos impasses na conclusão do acordo, como mostra o Valoré assim que serão as alterações da comissão, provenientes do antigo orçamento secreto.
O Relator do Orçamento 2025senador Ângelo Coronel (PSD-BA)chegou a sugerir que metade dos recursos das emendas da comissão fossem direcionados no próximo ano para emendas de bancada, que são obrigatórias, e a outra metade para emendas do PAC, algo que agradaria a Rui Costa.
Mesmo assim, o tema gera resistência entre alguns aliados do governo, especialmente os de São Paulo. A bancada estadual é a maior da Câmara, com 70 membros. As bancadas precisam dividir os recursos igualmente entre si, independentemente do seu tamanho. Isso significa que as bancadas do Acre, Rondônia, Distrito Federal, Sergipe, Roraima, Tocantins, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Amapá, com oito deputados cada, recebem o mesmo que a de São Paulo.
O prazo para construção do empreendimento seria amanhã, mas um senador familiarizado com as negociações disse, confidencialmente, ao Valor que será necessário avançar este calendário.
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