Os asilos para idoso e abrigos para outros grupos vulneráveisque incluem imigrantes, são os agregados familiares colectivos com maior taxa de analfabetismo no país. Os dados estão contidos no Censo Demográfico 2022: Tipos de moradias coletivas, improvisadas, de uso ocasional e vagas: resultados do universodivulgado nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A investigação mostra que os abrigos, casas de passagem ou lares de assistência social para outros grupos vulneráveis tinham, em 2022, uma taxa de analfabetismo de 31,8%, enquanto os lares de idosos ou instituições de cuidados continuados para idosos tinham uma taxa de analfabetismo de 31% nesse ano..
O IBGE lembrou que a taxa de analfabetismo é um indicador intimamente relacionado à idade, sendo que a população mais idosa apresenta taxas “muito superiores” às encontradas na população mais jovem. “Assim, como os diferentes tipos de habitação colectiva têm residentes com perfis etários muito distintos, é natural que os seus residentes também apresentem variações consideráveis em relação à taxa de analfabetismo”, diz o instituto, acrescentando que devem ser analisados os indicadores de analfabetismo em lares de idosos. “tendo em conta o perfil etário extremamente envelhecido desta população”.
Mas o IBGE acrescenta que os moradores de asilos apresentam altos índices de analfabetismo mesmo quando comparados a uma população de faixa etária semelhante. Considerando apenas as pessoas com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo registrada nas casas de repouso em 2022 foi de 30,5%, enquanto o resultado para essa faixa etária no Brasil foi de 17,2%.
A pesquisa destaca ainda que nos domicílios do tipo “Penitenciária, centro de internação e similares”, a taxa de analfabetismo apurada pelo Censo Demográfico de 2022 era de 6,6%, um pouco inferior à encontrada no conjunto da população brasileira (7,0%). . Mas o IBGE considera que os domicílios desse tipo têm concentração de moradores com idade entre 20 e 39 anos, faixa etária em que a taxa de analfabetismo, na população em geral, é bastante baixa.
Os dados desagregados por faixas etárias mostram que os residentes penitenciários apresentavam, em 2022, uma taxa de analfabetismo superior à da população como um todo para todas as faixas etárias.
A pesquisa abrange também moradores de domicílios das modalidades “Clínica psiquiátrica, comunidade terapêutica e similares” e “Abrigo, pousada ou casa de passagem para população em situação de rua”. Neste caso, os dados mostram que ambos apresentam uma taxa média de analfabetismo elevada — 28,7% e 16,7%, respetivamente — mas a diferença em relação à população em geral torna-se ainda mais acentuada quando o indicador é desagregado por grupos de idade.
Na faixa etária entre 20 e 29 anos, por exemplo, a taxa de analfabetismo registrada pelo Censo Demográfico 2022 na população brasileira foi de 1,6%. Entre os residentes penitenciários, esse indicador foi de 5,1%. Entre os moradores de abrigos e clínicas psiquiátricas, o analfabetismo nessa faixa etária era ainda maior, atingindo 11,3% e 15,1%, respectivamente.
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