Usuários da rede social X que assinaram a modalidade premium relatam que não conseguem cancelar o serviço e continuam pagando a mensalidade cobrada pela empresa. A plataforma oferecia uma opção paga para que os perfis pudessem receber o selo azul de verificação de conta e outros benefícios, como redução de anúncios e possibilidade de monetização de postagens.
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O premium mensal foi vendido pela plataforma a R$ 42, e o premium+, a R$ 84. Nessa forma de pagamento, a cobrança é feita mensalmente no cartão de crédito. O cancelamento da assinatura, porém, precisa ser feito pela própria plataforma, que é inacessível no Brasil.
Na última sexta-feira (30), o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou a retirada do ar da rede social “de forma imediata, completa e abrangente”. A determinação ocorreu após a rede social descumprir decisão anterior, que exigia a nomeação de representante legal no país.
Enquanto aconteciam divergências entre Elon Musk (dono do X) e o Supremo Tribunal Federal, usuários da rede social faziam postagens alertando sobre o cancelamento da assinatura premium do X. Alguns perfis, porém, não foram cancelados antes da retirada da plataforma.
Em outra rede social, a Threads, o perfil ‘fladanacao’, de torcedores do Flamengo, mostrou que as cobranças continuaram caindo no cartão.
No Threads, o perfil ‘fladanacao’, de torcedores do Flamengo, mostrou que as cobranças continuaram caindo no cartão. — Foto: Reprodução
Em fóruns como o Reddit, uma rede social que permite aos usuários discutir e compartilhar conteúdo em comunidades, Já há relatos de dificuldades no cancelamento.
“Mal tive seguidores (2,5 mil) e o selo azul se pagou, porque rendeu cerca de R$ 160 por mês. Ou seja, R$ 45 eram para Premium e ainda sobraram uns R$ 115 para mim. Vi que para cancelar o premium podemos cancelar o cartão virtual se for Nubank, mas quero saber se existe outra forma de cancelar (assinei no computador)”, escreveu um usuário.
Falta de escritório no Brasil dificulta o contato dos usuários
Uma das alternativas possíveis seria utilizar a tecnologia VPN para acessar a rede social e cancelar a assinatura, mas esse recurso foi proibido pela decisão do STF. Segundo determinação de Alexandre de Moraes, usuários que utilizarem a ferramenta para inserir X poderão ser multados em R$ 50 mil.
A ausência de um escritório X no Brasil aumenta ainda mais as dificuldades de contato para resolução e atendimento ao cliente. A CBN não conseguiu localizar nenhuma forma de contato com a empresa, seja no Brasil ou no exterior, para uma vaga. A reportagem enviou um e-mail ao suporte da empresa na tentativa de obter uma resposta. A reportagem buscou orientação do STF sobre o assunto e aguarda resposta.
Especialistas recomendam solução através de cancelamento bancário e contato internacional
Especialistas consultados pela CBN indicaram algumas alternativas para que os usuários não continuem pagando a assinatura. Uma delas é o cancelamento da mensalidade através do serviço de atendimento do banco ou do cartão do consumidor, solicitando a suspensão da assinatura.
Caso o serviço tenha sido contratado via smartphone, é possível cancelar a assinatura através da AppStore (no caso de usuários do sistema iOS) ou da Google Play Store (no caso de usuários do Android).
Outra possibilidade é entrar em contato com o suporte da Network X por e-mail empaidfeatures@twitter.com. O e-mail é indicado pelo X nos recibos de renovação da assinatura premium como canal de contato para resolução de problemas.
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