O tempo para treinar é escasso, os jogadores não demonstram alegria e leveza e a evolução (se é que realmente existe…) é lenta e preocupante. Já faz anos que não vemos a seleção brasileira com atuações tão medíocres em confrontos com adversários do continente, como nos dias atuais. Fruto, em parte, da evolução do futebol em países que abriram fronteiras acompanhando tendências ao redor do mundo. Mas com participação considerável dos presidentes da CBF na era pós-Ricardo Teixeira, todos envolvidos em escândalos nas esferas criminais —o próprio Ricardo, inclusive. Ednaldo Rodrigues, o atual líder, por enquanto, é apenas incompetente. Portanto, não me surpreende que a equipe liderada por Dorival Júnior ainda pareça previsível, burocrática, sem inventividade. Uma equipa cujos laterais não atacam, os médios não criam boas ligações e os atacantes não se insinuam. Como visto no 1 a 0 de sexta-feira, sobre o Equador, no Couto Pereira, gol de Rodrygo. A vitória melhorou a situação do Brasil nas Eliminatórias, mas revelou a dificuldade em ter um mínimo de consistência defensiva e ofensiva. O tempo para treinar é escasso, os jogadores não demonstram alegria e leveza e a evolução (se é que realmente existe…) é lenta e preocupante para um grupo que, mal gerido no período pós Copa do Catar, tenta se recuperar o ano e pouco que se perdeu. E aqui não há críticas a Fernando Diniz, o interino que antecedeu Dorival Júnior. Mas é mais uma vez uma cobrança ao presidente que só permanece à frente da entidade através de vínculos que o ligam ao poder político e jurídico em Brasília. A seleção brasileira está atrasada na preparação e levará tempo para que o treinador consiga fazer deste elenco um time homogêneo, virtuoso e competitivo. E talvez só o tenhamos no jogo final do torneio, contra a Bolívia, em 9 de setembro de 2025 – daqui a um ano, portanto! Às vezes pelo cansaço no final da temporada, às vezes pelo facto dos jogadores que jogam na Europa estarem em fase de condicionamento, como estão agora. Uma conhecida litania que não atenua os erros dos cartolas. A equipe disputará os próximos dois jogos do torneio fora de casa: contra o Paraguai, nesta terça-feira (10), em Assunção; e Chile, em Santiago, um mês depois. Cinco dias depois, recebem o Peru em casa. E, no dia 14 de novembro, na reta final das competições nacionais e continentais, enfrentará a Venezuela. O ano terminará (sic) no “Dia da Bandeira”, contra o Uruguai. Que a ordem seja restaurada na mesa e o progresso da equipe seja concluído…
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