Ataque na Praça Barão de Dromund deixou quatro mortos e três feridos após homens atirarem em pessoas que estavam em festa no local O que era para ser uma noite tranquila na Praça Barão de Drumond, também conhecida como Praça Sete, em Vila Isabel, foi interrompida por tiros . “Querida, desce, levei um tiro”, disse Daniel Carvalho de Souza, 33, à esposa quando foi baleado. A mulher e seus três filhos não ficaram feridos no ataque que resultou em quatro mortos e três feridos na madrugada desta segunda-feira, na Zona Norte do Rio. Veja vídeo: Ataque a tiros na praça Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, deixa quatro mortos e três feridos Lavagem de dinheiro: Polícia volta à Maré para demolir condomínio de drogas Filho caçula do casal pediu ajuda e Daniel foi resgatado por policiais militares no Hospital Federal do Andaraí, onde foi operado e permanece internado. Ele, que trabalha em uma loja em Copacabana desde os 16 anos, esteve na Praça Sete com a família para o evento. Esta foi a segunda vez que um pagode foi organizado no local. À 1h desta segunda-feira, Daniel passou por um procedimento cirúrgico que terminou na madrugada de hoje. Segundo familiares, o estado de saúde do comerciante é estável e ele aguarda vaga na UTI da unidade. Além de Daniel, seu primo Juan Victor Pereira também foi baleado, machucado em um joelho e em uma perna. O garoto de 17 anos trabalha como entregador de farmácia. Ele passou por uma avaliação médica, que determinou que nenhuma cirurgia seria necessária. Juan terá o projétil alojado em um dos joelhos e deverá receber alta médica nesta segunda-feira. — É sempre assim, quem sofre é o morador que não tem nada a ver com isso — disse um dos familiares das vítimas, que não quis se identificar. Violência: PM realiza operação na Cidade de Deus; 10 pessoas são presas, dois suspeitos são baleados e um casal é atingido por bala perdida. Duas pessoas morreram no local: Pedro Henrique Pereira dos Santos e Gabriel Pereira Candido. Um jovem identificado como Pedro Henrique Barbosa da Conceição, de 18 anos, foi levado até Pedro Ernesto, mas não resistiu aos ferimentos. Thailon Martins Lucas, de 17 anos, foi levado ao Hospital Federal do Andaraí, onde faleceu. Wallace de Oliveira Cláudio, 35 anos, também foi levado ao hospital Andaraí. A família foi informada de que ele estava com morte cerebral. Os aparelhos foram mantidos porque os familiares optaram por doar os órgãos do homem. Na madrugada de hoje, a família retornou à unidade onde recebeu a notícia de que ele apresenta reações, explicou um médico da Secretaria de Estado de Saúde (SES): — Neste momento o paciente apresenta reflexos de tosse, tem impulso respiratório , isto é, ele pode respirar. Isso significa que o paciente não possui os requisitos para abertura do protocolo de morte encefálica, mas não significa que posteriormente poderá ter a morte encefálica declarada. Mas agora, ele tem reflexos. A imagem da tomografia é catastrófica então acredito que esse protocolo será reaberto, mas neste momento ele não está em morte encefálica — Viviane Solis, médica da SES. Segundo postagens na rede social X, no momento do tiroteio a praça estava lotada. Entre o público estavam crianças. Houve pânico e pressa. Algumas pessoas se abrigaram nas barracas de venda de comida e bebida. Fora da lei: Linha direta pede informações sobre mulher suspeita da morte de turista jamaicano no Rio Segundo as primeiras informações, o atirador seria do Morro São João, no Engenho Novo, também na Zona Norte. Traficantes da comunidade, dominada pelo Comando Vermelho, travam guerra com a quadrilha Morro dos Macacos, controlada pelo Terceiro Comando Puro (TCP). A Polícia Militar afirmou que os autores do ataque fugiram e que “equipes do 6º BPM (Vila Isabel) reforçaram o policiamento no local e estiveram nas unidades de saúde”. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada para realizar vistoria na praça e investigar o caso. Dia seguinte ao ataque Segundo comerciantes da praça, a festa que aconteceu no último domingo não é rotina na região. O evento foi o primeiro do mês. — Para nós é muito ruim porque quase não tem mais festa aqui na praça, então quando tem violência estraga tudo. Agora, quem quer vir aqui? Quem mais sofre são os moradores e os trabalhadores — afirma a funcionária de um bar da região, que preferiu manter o anonimato. Outro comerciante, que trabalha em uma das barracas da Praça Sete, só voltou pela manhã para terminar de arrumar as coisas do estabelecimento. — Ela abriu um flash e tinha gente correndo, se esquivando. Minha barraca fica do outro lado, demorei para entender e só fui ver depois que tinha feridos nos bancos. Só fechei do jeito que estava e fui embora — diz a mulher. Na manhã de segunda-feira ainda era possível ver vestígios do tiroteio da noite anterior, ocorrido por volta da meia-noite. — É muito triste sair de casa e começar o dia assim, vendo sangue no chão. É um sinal do que estamos passando, a criminalidade está cada vez pior — lamenta a moradora do bairro Vera Pereira, que relatou ter ouvido os tiros logo após chegar em casa — esse carro da polícia que agora está aqui pela manhã pode ser de ontem, talvez não tivessem tido coragem de chegar e começar a atirar — finaliza a recepcionista.
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