Candidato do PSB a prefeito de São Paulo concedeu entrevista à Central das Eleições nesta sexta-feira (30). Tabata Amaral foi a última entrevistada pela Central das Eleições Reprodução/GloboNews A deputada federal Tabata Amaral, candidata a prefeito de São Paulo pelo PSB, foi a quinta entrevistada pela Central das Eleições, da GloboNews, nesta sexta-feira (30). Foram convidados os candidatos que tivessem pelo menos 5% de intenção de voto e que estivessem entre os cinco primeiros colocados na última pesquisa Datafolha, divulgada em 22 de agosto. A ordem das entrevistas foi definida em sorteio realizado na presença de representantes partidários. O candidato do PRTB, Pablo Marçal, foi o primeiro a ser questionado. Na entrevista, realizada nesta segunda-feira (26), ele prometeu 2 milhões de empregos e educação integral, disse que o “direito não tem dono” e que em eleição “vale tudo”. Confira o que é #FACT ou #FAKE em sua entrevista. No dia seguinte foi a vez do prefeito Ricardo Nunes, que busca a reeleição pelo MDB. Ele prometeu “maior Ideb” nas escolas, negou que o apoio de Bolsonaro seja uma traição a Bruno Covas e disse que cumprirá a decisão do aborto legal. Veja o que é #FACT ou #FAKE na entrevista de Nunes. O terceiro interrogado foi o deputado federal Guilherme Boulos. O candidato do PSOL prometeu regularizar 200 mil residências, admitiu “dividir espaços” com o Centrão e rejeitou linguagem neutra em seu governo. Confira o que é #FACT ou #FAKE em sua entrevista. O apresentador José Luiz Datena, candidato pelo PSDB, foi entrevistado nesta quinta-feira (29). Durante a audiência, ele admitiu que “escolheu a eleição errada” para disputar e defendeu caso a caso a internação compulsória na Cracolândia. Veja o que é #FACT ou #FAKE na entrevista de Datena. A equipe do Fato ou Fake conferiu as principais declarações de Tabata Amaral. Leia: “De cada três pessoas que moram aqui em São Paulo, uma teve o celular roubado”. selo fato g1 A afirmação é #FACT. Veja por quê: Segundo pesquisa divulgada em março deste ano pelo Datafolha, 35% dos paulistanos já tiveram o celular roubado, ou seja, em média 1 em cada 3 pessoas que moram na capital já foi vítima desse crime. Metade deles são jovens, com idade entre 25 e 34 anos. Quem mora na região central da cidade corre maior risco de ter o aparelho roubado, mostra a pesquisa. Do total de 1.090 entrevistados, 16% ainda afirmaram ter sido assaltados mais de uma vez. “O principal número de ligações que a Polícia Militar atende aqui na capital são reclamações de barulho. É o bar, é o bar que fica até de madrugada”. selo fato g1 A afirmação é #FACT. Veja por quê: A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) divulgou, em junho deste ano, dados de 190 ligações atendidas pela Polícia Militar. Segundo o levantamento, foram registradas 727 mil ligações por perturbação do sossego na capital e na Região Metropolitana. O número representa 24,7% do total de atendimentos do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Em segundo lugar estão as ocorrências de discussões em geral, conhecidas como desinteligência, com 367 mil notificações. “Teresina conseguiu reduzir pela metade o roubo de celulares. Como? Trabalhar com o governo do estado, com o Piauí, e trabalhar para usar a tecnologia, com coordenação”. selo fato g1 A afirmação é #FACT. Veja por quê: De janeiro a julho de 2024, Teresina registrou queda de 42% nos furtos de celulares, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em julho, a queda foi pela metade (51%). Os dados são da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Piauí. Em 2023, a capital piauiense foi a segunda cidade do país em índices de furtos e roubos de celulares, conforme destaca o Anuário de Segurança Pública, que mede ocorrências em cidades com mais de 100 mil habitantes. Teresina teve taxa de 1.866 ocorrências por 100 mil habitantes. Ficou atrás apenas de Manaus, com 2.093 casos. O São Paulo ficou em terceiro lugar. “Temos dez candidatos a prefeito em São Paulo, apenas dois conseguiram trazer apoio político de outros partidos”. selo fact g1 A afirmação é #FACT. Veja por quê: São dez candidatos a prefeito de São Paulo, e apenas Guilherme Boulos ( PSOL) e Ricardo Nunes (MDB) concorrem em coligações. A candidatura de Boulos integra a coligação “Amor por São Paulo”, que reúne as federações “PSOL Rede”, com os partidos PSOL e Rede, e “Brasil da Esperança”. – Fé Brasil”, com PT, PC do B e PV”. Conta também com o apoio do PDT, o MDB de Nunes faz parte da coligação “Caminho Seguro pra São Paulo”, composta também por PP, PL, PSD, Republicanos. , Solidariedade, Podemos, Avante, PRD, Agir, Mobiliza e União Datena, por sua vez, concorrem à federação PSDB Cidadania, que reúne os dois partidos. Porém, a federação é diferente de uma coligação, porque nela atuam os partidos. como uma associação única, que é diferente do apoio político tradicional. A união deve durar pelo menos o período do mandato. Pablo Marçal é candidato do PRTB, sem coligação. O mesmo acontece com Altino Prazeres (PSTU), Bebeto Haddad (DC), João Pimenta (PCO), Marina Helena (Novo) e Ricardo Senese (UP). “Mas, nessas duas semanas de campanha, menos ainda, cresci em todas as pesquisas. E no último, que foi o Quest, cresci 3 pontos.” carimbo falso g1 A afirmação é #FAKE. Veja por quê: Nas duas pesquisas, Quaest e Datafolha, Tábata apresentou oscilação positiva no número de intenções de voto dentro das margens de erro. Portanto, não é possível considerar que o candidato tenha apresentado crescimento. Para fazer isso, você precisa crescer além da margem de erro. Na última pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira (28), Tábata passou de 6% para 8% nas intenções de voto. No Datafolha, o candidato do PSB também oscilou dentro da margem de erro, passando de 7% para 8%. Em ambas as pesquisas, a margem de erro é de mais ou menos 3 pontos percentuais. Questionada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa do candidato disse que “A oscilação positiva confirmada pelas duas pesquisas permite afirmar que Tabata Amaral cresceu”. “As eleições municipais são muito diferentes das eleições federais. O último prefeito eleito em São Paulo foi Bruno Covas, que não era candidato nem de Lula nem de Bolsonaro e que neste momento do campeonato tinha intenção de voto semelhante à minha.” é #FAKE. Veja por quê: A mais recente pesquisa Datafolha sobre a eleição de SP, divulgada em 22 de agosto, 45 dias antes do primeiro turno, mostra Tabata com 8% no cenário estimulado (quando os nomes dos candidatos são divulgados aos entrevistados). Com margem de erro de 3 pontos, varia entre 5% e 11%. Devido à pandemia, as eleições autárquicas de 2020 ocorreram no dia 15 de novembro – o que significa que o momento equivalente ao atual, 45 dias antes do primeiro turno, ocorreu no dia 1 de outubro daquele ano. A data fica entre duas pesquisas Datafolha, divulgadas em 23 de setembro e 8 de outubro. Na primeira, Bruno Covas, então candidato do PSDB, teve 20% das intenções de voto no cenário estimulado. No segundo, 21%. Ao considerar o cenário espontâneo (em que os nomes dos candidatos não são apresentados a quem responde à pesquisa), Tabata tem 4% de intenções de voto na pesquisa Datafolha de 22 de agosto. Com a margem de erro, varia entre 1%. e 7%. Em 2020, no cenário espontâneo, Covas teve 8% na pesquisa de setembro e 10% na pesquisa de outubro. “A gente ia passear no Centro (…) 20% dos imóveis estão abandonados”. selo fato g1 A afirmação é #FACT. Veja por quê: Dados do Censo 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em março deste ano, indicam que existem 58,7 mil residências particulares abandonadas no centro de São Paulo, segundo levantamento da Folha de S. Paulo. O número representa 20,7% do total de unidades da região. “Eu sou o candidato com menos rejeição.” selo não é bem assim arte #NÃOTBEMASSIM. Veja por quê: Pesquisa divulgada pelo Datafolha em 22 de agosto mostra que 18% dos paulistanos não votariam em Tabata Amaral. O candidato tem índice de rejeição menor que Guilherme Boulos (PSOL), com 37%, Pablo Marçal (PRTB), com 34%, José Luiz Datena (PSDB), com 32%, e Ricardo Nunes (MDB), com 25% — que lideram a disputa, segundo a pesquisa. No entanto, a rejeição de Tabata está vinculada — numericamente ou dentro da margem de erro — à dos demais candidatos, menos expressivos em suas intenções de voto. Veja os percentuais: Bebeto Haddad (DC): 18% João Pimenta (PCO): 17% Marina Helena (NOVO): 14% Altino Prazeres (PSTU): 14% Ricardo Senese (UP): 12% Ao Fato ou Fake, a A assessoria de imprensa do candidato informou: “Ao afirmar que tem o menor índice de rejeição, Tabata Amaral considerou os cinco primeiros”. “[Nos anos iniciais] Vimos, depois da pandemia, o Brasil melhorar no índice de educação, que é o Ideb. O estado de São Paulo melhorou e a capital paulista caiu.” selo não é bem assim arte #NÃOTBEMASSIM. Veja por quê: Dados do Ideb mostram que, após a pandemia, em medições realizadas em 2021 e 2023, os índices do estado de São Paulo melhoraram apenas quando analisados os anos iniciais (1º ao 5º ano do ensino fundamental). Nessa faixa, na rede pública, a pontuação foi de 6,1 em 2021 e 6,2 em 2023. Porém, ao considerar também os anos finais (6º ao 9º ano do Ensino Fundamental), o estado de SP apresentou queda nos índices, de 5,3 para 5.1. Houve também piora nos números do ensino médio: o índice caiu de 4,4 para 4,2. Considerando o cenário nacional, o Brasil melhorou sua rede pública entre 2021 e 2023 ao analisar os anos iniciais. Nos últimos anos, o país caiu. Por fim, analisando a Prefeitura de São Paulo, dados do Ideb indicam que a pontuação da rede municipal paulista realmente caiu nos anos iniciais, ciclo que é de responsabilidade das prefeituras: o índice caiu de 5,7 em 2021 para 5,6 em 2023. Ao Fato ao Fake, assessor do candidato Tabata Amaral afirmou que “o discurso do candidato compara os resultados dos ‘Anos Iniciais do Ideb’ entre 2021 e 2023, que marca o período de recuperação pós-pandemia”. Ao Fato ou Fake, a campanha do prefeito Ricardo Nunes, candidato à reeleição, afirmou em comunicado que “ainda estamos sob os efeitos da pandemia que impactou o desempenho dos alunos – 2023 foi o primeiro ano em que a prova foi realizada pós- pandemia” . “Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a nota da rede municipal de SP (5,6) ficou apenas 0,2 abaixo da média das redes municipais do Brasil, 5,8”, diz em nota. Participaram da verificação: Ana Luiza Tieghi, Andressa Motter, Cecília do Lago, Letícia Dauer, Marcelo Parreira, Mel Trench, Paulo Assad, Roney Domingos e Vinícius Bernardes. Fato ou Fake explica: VEJA outras verificações realizadas pela equipe FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, envie uma saudação para se inscrever)
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