A atriz de 30 anos também fala sobre humor pensado para ‘envergonhar os homens’ Foram necessários alguns minutos de entrevista para que Valentina Bandeira finalmente fizesse uma piada, como é de praxe na internet. Ela, que iniciou a conversa em tom mais reflexivo, estava bastante ansiosa na semana passada, devido à aproximação da cobertura das Olimpíadas. A apresentadora e atriz vai a Paris, na França, para sentir o clima das ruas e reportar para o YouTube, em parceria com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). — No ano passado, quando fiz a Copa do Mundo de futebol feminino na Austrália, foi a melhor experiência da minha vida e fui sem pensar muito. Mas no final dos 40 dias eu já estava desesperado, você já quer sua casa e é grande coisa. Sei que as Olimpíadas também serão incríveis, mas fiquei um pouco com esse trauma — confessa ela, que nasceu na capital francesa, mas cresceu no Rio de Janeiro. lá em cima e varandas engraçadas, Valentina refletiu sobre as expectativas que as pessoas têm em relação ao seu comportamento: — As pessoas acham que sempre vão me encontrar na rua sendo a pessoa mais feliz do mundo (risos), e quase me cobram, tipo Eu tenho que entregar isso o tempo todo. Eu tenho esse lado, mas sou muito mais introvertida. Acho que fingi ser muito mais sociável do que sou. Eu sou um pouco Anitta, sabe? Larissa é de um jeito, mas quando ela se expressa como Anitta, ela vira outro. E ambos são a mesma pessoa. Eu sou esses fragmentos — reflete. Mas mostrar esse lado mais extrovertido a consagrou publicamente e a ajudou a se livrar de uma depressão que marcava sua vida há anos. A terapia, que faz desde os 8 anos, também tem papel fundamental. Texto inicial do plugin — No início (da repercussão do meu trabalho), foi muito louco emocionalmente. Senti que tinha “chegado lá”, que tinha me transformado na pessoa que sempre quis ser. Todo mundo queria ser meu amigo. E usei um pouco esse “personagem” socialmente. Começar a me ver de fora, através de vídeos, ajudou. Já estive bastante deprimida, fui uma bomba-relógio sentimental — diz ela. Chegar aos 30 anos, em fevereiro passado, facilitou um pouco as coisas: — Me tornou mais maduro e não fiquei para sempre afundado na areia movediça. Eu ainda desabo facilmente, estava chorando cinco minutos antes desta entrevista por um motivo aleatório. Hoje sei identificar esses pontos e repassá-los para continuar. O processo artístico também é psicanalítico — analisa a atriz que, mais à vontade, chega a convidar o repórter para filosofarem juntos tomando uma cerveja, quando volta de Paris. Fazer piadas com homens é divertido: até Carrão Valentina também fica meio Anitta durante as transmissões, quando ela flerta e faz piadas com homens, sem a menor cerimônia. Ela garante que isso faz parte da personagem. — Adoro deixar os homens desconfortáveis. No meu tipo de humor não há limites para isso — diz ela, rindo. Acontece que, de vez em quando, as piadas ganham uma proporção maior. Recentemente, viralizou um discurso da artista sobre Humberto Carrão, no qual ela o chama de “típico homem de esquerda”. No contexto em que a frase foi aplicada, explica, foi um elogio: Valentina Bandeira dá sua opinião sobre a reprodução/instagram de Humberto Carrão e Fernando Young — me perguntaram por que Carrão fazia sucesso com as mulheres e eu respondi. Depois nem falei com ele, mas quando eu ver ele na rua vou tirar sarro dele. Somos amigos, só faço piadas assim com pessoas que gosto. E acho que ele vai rir também. Ninguém precisa se levar tão a sério. E esse tipo de humor desanima os caras? — Minha paixão vem muito da admiração. Eu não conseguiria me relacionar com alguém que não tem inteligência para entender qual é a piada. Acho que estamos mudando a teoria de que os homens não gostam de mulheres engraçadas. E isso é bom — diz Valentina, revelando possíveis flertes em Paris: — Meu coração não está fechado, mas estou muito tranquila. Saiba mais taboola
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