Enquanto isso, cresce a pressão para que o presidente Joe Biden deixe a campanha Trump realiza seu primeiro comício como candidato do Partido Republicano O ex-presidente americano Donald Trump realizou seu primeiro comício desde que foi atacado e agora é candidato oficial do Partido Republicano. Joe Biden, que concorre à reeleição, continua pressionado pelo Partido Democrata para abandonar a corrida eleitoral. Agora, oficialmente candidato do Partido Republicano, Donald Trump subiu ao palco, ao início da noite, em Grand Rapids, cidade do estado norte-americano do Michigan. Antes dele, o candidato à vice-presidência JD Vance falou aos eleitores em Michigan. É um estado indeciso, importante tanto para Trump como para Biden, que lá venceu em 2020. O candidato republicano continua com uma ligadura na orelha. Há uma semana, ele sobreviveu a uma tentativa de assassinato enquanto discursava aos eleitores na Pensilvânia. Donald Trump participa de comício em Michigan GloboNews/Reprodução Trump falou sobre o episódio. Ele disse que levou um tiro pela democracia. Ele entrevistou apoiadores sobre o candidato democrata: perguntou se eles prefeririam enfrentar a vice-presidente Kamala Harris ou o presidente Joe Biden. Trump defendeu a tributação das importações chinesas. Ele disse que acabaria com a inflação, mas não disse como. A inflação aumentou nos Estados Unidos e no resto do mundo durante a pandemia. Mas tem-se aproximado do seu objectivo depois de a Reserva Federal ter aumentado as taxas de juro. Trump repetiu que incentivará a exploração de petróleo e também voltou a dizer que encerrará os investimentos na economia verde. Nos bastidores, a campanha de Donald Trump prepara uma série de anúncios televisivos centrados não em Joe Biden, mas em Kamala Harris, tudo por causa da pressão para que Biden desista da sua candidatura à reeleição como democrata. Segundo o The New York Times, os assessores de Trump prepararam um dossiê com pesquisas sobre a vida dela – tanto quando ela era promotora na Califórnia quanto como senadora. Querem saber quais são as maiores fragilidades do vice-presidente junto ao eleitorado. Desde o debate de 27 de junho, Biden tem enfrentado uma onda de apelos dentro do partido para abandonar a disputa. Seu desempenho foi considerado um desastre pela opinião pública. Entretanto, Joe Biden permanece na sua casa de praia em Delaware, a recuperar da Covid, e cada vez mais isolado, segundo a imprensa americana. Esta semana, ele perdeu o apoio de sua fiel companheira de décadas, Nancy Pelosi, ex-presidente da Câmara e uma das principais figuras do partido. Pelosi disse aos aliados que se Biden continuar na disputa, o partido não elegerá nomes suficientes para controlar a Câmara dos Deputados. Aos parlamentares, Pelosi sugeriu que, caso Biden desista, Kamala Harris não deveria ser a substituta automática. O partido deverá realizar uma nova prévia, com vários candidatos. Nos últimos dias, Joe Biden foi contactado pelo líder do Senado e pelo líder da Câmara, ambos preocupados. E o seu antigo amigo Barack Obama não saiu em sua defesa – pelo contrário, a pessoas próximas dele, Obama diz que Biden deveria repensar a sua candidatura. Joe Biden foi vice-presidente durante os dois mandatos de Barack Obama. A imprensa americana diz que Biden já conversa com a família sobre como seria uma eventual saída, mas segue firme dizendo que é o candidato e que só sai por um chamado de Deus. LEIA TAMBÉM: Biden se irrita com pressão de Obama e outros democratas para desistir da disputa, diz jornal Trump realiza 1º comício após ataque Polícia Federal atua pela primeira vez na segurança dos Jogos Olímpicos em território internacional
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