Wallerson Sousa da Silva, conhecido como Troia, estava em prisão preventiva determinada pela Justiça do Pará. Alvo de operação de policiais da Delegacia de Repressão às Facções Criminosas (DRFC) do Pará, que contou com o apoio de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes e o subsecretário de inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Wallerson Sousa da Silva, conhecido como Troia, foi preso nesta sexta-feira, em um apartamento, na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Zona Sul. Integrante do Comando Vermelho, no Norte do país, suspeito estava escondido no Rio há pelo menos um ano Crime importado: Polícia prende um dos principais chefes do tráfico de drogas de Salvador na Baixada Fluminense Envenenamento e crime: Mulher é presa suspeita de matar vizinho com injeção tóxica e roubo de mercadorias avaliadas em R$ 103 mil Segundo o delegado Gustavo Fossati, da DRFC, além de explorar a venda de drogas, Troia também seria um dos responsáveis por realizar extorsões contra comerciantes em bairros da cidade de Ananindeua no Pará. Para continuar a trabalhar, as vítimas foram forçadas a pagar taxas de tráfico. Os valores poderão chegar a até R$ 5 mil mensais, dependendo do porte de cada estabelecimento. Com o suspeito, a polícia apreendeu cadernos com contas da quadrilha, celulares e um computador. O material ainda deve ser analisado pela polícia paraense. Wallerson Sousa Silva, da Reprodução de Tróia No início da operação, ao chegarem à Ladeira dos Tabajaras, com o auxílio de um veículo blindado, os investigadores foram recebidos a tiros por traficantes de drogas e seguiu-se um confronto. O som dos tiros assustou moradores dos bairros de Copacabana e Botafogo. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostrou imagens de um grupo de adultos e duas crianças que se deitaram no chão para se protegerem dos tiros. No entanto, não houve relatos de feridos. Wallerson Sousa da Silva, conhecido como Troia, estava em prisão preventiva ordenada pela Justiça do Pará. O suspeito ocuparia um cargo chamado de Criador de Missão na facção criminosa. Dados da Polícia Civil de abril deste ano mostraram que, até então, pelo menos 101 criminosos de outros estados estavam escondidos em favelas da Região Metropolitana do Rio. Entre eles, 12 dos 13 líderes da principal facção do Pará, o Comando Vermelho. A migração acontece, segundo as autoridades de segurança, geralmente depois da prisão dos criminosos. O controlo dos seus redutos, no entanto, continua, com ordens passadas através de outros membros de gangues ou advogados.
taxa de juro para empréstimo consignado
emprestimo simulador online
itaú empréstimo consignado
refinanciamento para representante legal
empréstimo consignado taxas
emprestimo loas bradesco
zap pan
0