Contudo, a indicação dos candidatos dependerá do resultado final da ação judicial. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais acatou parcialmente pedido da Prefeitura de Passos (MG) e autorizou a continuidade do curso de formação para concurso público da Guarda Civil Municipal. Contudo, a indicação dos candidatos dependerá do resultado final da ação judicial. Cadastre-se no canal g1 Sul de Minas no WhatsApp A decisão, do juiz Côrrea Junior, foi publicada nesta quinta-feira (25). Na semana passada, o Tribunal havia ordenado o cancelamento do concurso após a publicação da terceira alteração do edital. No pedido, o município alegou que todas as fases do concurso foram concluídas e a modificação do edital permitiu que o candidato, que protocolou o pedido de suspensão, participasse da prova de capacidade física. Prefeitura de Passos Reprodução EPTV De acordo com a decisão, o curso de formação terá continuidade normalmente, sem garantia de nomeação dos aprovados que estão cursando o curso, pois ainda não foi apurado se o candidato que interpôs recurso teve ou não tempo suficiente para concluir o curso. prova de capacidade física. Ainda de acordo com a decisão, até a divulgação do resultado final da ação judicial, a etapa concorrencial continuará para que não haja maiores prejuízos ao município e aos candidatos. MAIS salários de até R$ 3.000. Das oportunidades, 5 foram voltadas para pessoas com deficiência (PcD) e 10 foram reservadas para candidatos pretos e pardos. Os testes foram realizados em março, mas os resultados da primeira etapa foram divulgados no dia 9 de abril deste ano. O pedido de cancelamento foi feito por um dos participantes, que reivindicou alteração no edital após a primeira fase. O primeiro edital previa que os 300 candidatos mais bem colocados na 1ª fase avançassem para a segunda. Com a retificação, todos que acertaram 50% na prova teórica foram convocados para a prova física. O tribunal ordenou então o cancelamento do concurso e o processo foi suspenso. A prefeitura obteve, por meio de recurso, autorização para retomar o concurso e se comprometeu, por meio de Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público, a cancelar as alterações e manter critérios desde o início do edital. Mas na nova decisão o processo foi novamente suspenso. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
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