A declaração do motorista que dirigia o veículo do ataque foi feita após questionamentos do juiz Airton Vieira sobre o plano de execução, que no dia do ataque ocorreu após supostas coincidências: Élcio foi escolhido por Ronnie Lessa horas antes do crime; o local da morte escolhido por uma “janela de oportunidade”; e a rota de fuga decidida no momento seguinte ao ataque.
Élcio Queiroz durante depoimento ao STF — Foto: Reprodução
“Foi, eu acho, quase uma autoafirmação para Ronnie Lessa. “Tenho que fazer isso para provar que posso”. vai estar lá mais. De uma forma ou de outra, ele iria fazer isso.”
Segundo Élcio, Ronnie Lessa ligou no início da tarde do dia 18 de março e perguntou se poderia ir até ele por volta das cinco da tarde. Mais tarde naquele dia, Élcio realizava trabalho de acompanhante de entregas em Rocha Miranda, bairro da Zona Norte do Rio, e o trabalho poderia durar até as oito. Mas já, aos dois anos, ele foi liberado – o que possibilitou o encontro dos dois. Até então, o ex-PM não teria se envolvido no planejamento do crime.
No plano de execução, à noite, Lessa e Élcio ficavam de vigia na Rua dos Inválidos, onde Marielle tinha agenda na Casa das Pretas, na Lapa, no centro do Rio. Em depoimento, Élcio de Queiroz disse que Lessa afirmou: “Quero fazer aqui mesmo”. Mas o próprio Élcio dissuadiu a ideia devido à movimentação de muita gente na região.
Posteriormente, ao perseguir o carro do vereador, dirigido pelo motorista Anderson Gomes, também morto no atentado, Élcio de Queiroz afirma que Ronnie Lessa teria visto uma “janela de oportunidade” na Rua Joaquim Palhares, no Estácio, que estava deserta.
No entanto, cinco das 11 câmeras da prefeitura localizadas ao longo do percurso de cerca de três quilômetros entre a Casa das Pretas e o local do crime foram desligadas. Mas, segundo Élcio, só souberam disso depois.
“Descobrimos depois que não havia filmagem. Ele se arriscou, tanto que quando disse: “Vou pegar aqui mesmo”, ele sabia que tinha uma câmera ali. era da mesma forma. Havia uma câmera na cena do crime. Sim, mas não estava funcionando. Ele não estava preocupado com a câmera. Porque ele foi clonado, ele estava usando uma balaclava. , um casaco preto, o carro estava completamente fechado no filme.”
Élcio de Queiroz disse ainda que os dois não fizeram levantamento prévio da rota de fuga. Após matar a vereadora, Lessa teria ordenado que Élcio fosse até a casa da mãe, no Méier, pela Rua 24 de Maio, mas o ex-PM cogitou a possibilidade de operações policiais no trajeto, e indicou um novo trajeto.
Questionado pelo juiz Airton Vieira sobre certo amadorismo na execução do crime, Élcio de Queiroz concordou, mas disse que o plano funcionou.
“Eu estava trabalhando e meu atendimento terminava às 14h, mas podia durar até 20h, por exemplo. .”
Élcio de Queiroz encerrou seu depoimento, nesta segunda-feira, após dois dias. A partir da próxima segunda-feira, terá início o agendamento da audiência de testemunhas.
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