O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, evitou entrar em detalhes sobre a investigação que levanta novas suspeitas de atividades ilegais na Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Em coletiva de imprensa em São Paulo, Rodrigues defendeu uma investigação autônoma, focada na qualidade das provas e no cumprimento dos requisitos legais. Ouça a reportagem completa abaixo:
Ele ressaltou que não há distinção de trabalho neste período pré-eleitoral:
“A polícia não faz distinção entre classe social, situação econômica ou estatura política. A polícia investiga os fatos e, portanto, com muita seriedade e responsabilidade, os apresenta ao sistema de justiça criminal. de qualquer forma, nenhum dos nossos trabalhos é para prejudicar ou beneficiar politicamente. Então, continuaremos sempre com serenidade, com a qualidade do trabalho que nossas equipes fazem.”
As investigações da Operação Última Milha trazem detalhes de ações clandestinas contra um ministro do Supremo Tribunal Federal, parlamentares e jornalistas no período em que a Abin era liderada por Alexandre Ramagem, no governo Bolsonaro. As declarações de Rodrigues foram feitas após a posse do novo superintendente regional da Polícia Federal em São Paulo, Rodrigo Luis Sanfurgo de Carvalho. Ele substitui Rogério Giampaoli, que era superintendente desde o início do governo Lula e deixou o cargo para assumir um cargo no exterior.
Em seu discurso, o novo chefe regional da Polícia Federal na capital paulista, afirma que um dos focos da corporação este ano é o combate às fake news para garantir a lisura das eleições municipais:
“Pelo fato de estarmos em ano eleitoral é muito importante essa preocupação, falar das nossas ações e buscar melhorar cada vez mais o nosso trabalho, podendo enfrentar de fato isso, que é uma realidade, e permitir que a verdade prevaleça acima tudo neste período e que permite que todos continuem a acreditar na justiça do nosso processo eleitoral.”
Também presente no evento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, também usou o mesmo tom para destacar a autonomia das investigações da Polícia Federal e o foco no combate às fake news.
A mudança de comando na capital paulista faz parte de uma série de mudanças nos cargos de gestão da Polícia Federal em todo o país. Formado em Direito, o novo delegado-chefe da Polícia Federal em São Paulo, Rodrigo Sanfurgo, tem 17 anos de carreira na Polícia Federal, atuou na força-tarefa da Lava Jato, na qual participou de investigações sobre desvio de dinheiro da Petrobrás em paraísos fiscais e também investigou propinas pagas pela Odebrecht.
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