O rompimento da barragem do Parque Nasa, entre Jaraguari e Campo Grande, causou sérios danos à biodiversidade local e à qualidade da água, além de comprometer a infraestrutura da região. Famílias atingidas pelo rompimento da barragem durante audiência no Ministério Público do Estado Vinícius de Souza O dono da barragem, localizada em um condomínio de luxo entre Jaraguari e Campo Grande, que rompeu na quarta-feira (20) foi multado em mais de R$ 2 milhões nesta sexta-feira (23). Além disso, ele terá que regularizar todas as barragens e apresentar relatório técnico sobre as causas do rompimento e implementar um Programa de Recuperação de Áreas Degradadas. BR-163, em Campo Grande após rompimento da barragem Divulgação Segundo laudo técnico elaborado pelo Instituto Ambiental de Mato Grosso do Sul (Imasul), o rompimento da barragem causou sérios danos à biodiversidade local e à qualidade da água, além de comprometer a infraestrutura da região . A estrutura afetada, localizada entre Jaraguari e Campo Grande, represou água do córrego Estaca. Famílias atingidas A área total da estrutura chegou a 90 hectares, incluindo Áreas de Preservação Ambiental e seu rompimento causou danos a 11 propriedades, incluindo a da autônoma Luzia Ramos do Prado, que perdeu tudo após o acidente. Casa de Dona Luzia foi atingida TV Morena/Fábio Rodrigues Nesta sexta-feira (23), o Ministério Público do Estado (MPE) realizou audiência pública para discutir a situação das famílias afetadas pelo rompimento da barragem do condomínio de luxo. O promotor Gustavo Henrique Bertocco de Souza foi o responsável pela reunião. Segundo ele, o órgão atua em duas frentes: investigando e acolhendo as famílias atingidas. A multa O proprietário recebeu multa total de R$ 2.050.000,00, assim distribuída: R$ 2 milhões por causar poluição em níveis que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, mortalidade de animais ou destruição significativa da biodiversidade. R$ 10 mil pela utilização de recursos hídricos sem direito de uso concedido pelo Imasul. R$ 40 mil por descumprimento de exigências legais ou regulamentares quando notificado pelo órgão ambiental competente para regularização, correção ou adoção de medidas de controle para coibir a degradação ambiental. A situação foi considerada mais grave porque o fluxo abrupto de água atingiu também áreas de unidades de conservação. O proprietário da barragem também foi instruído a monitorar a qualidade da água e do solo afetados para garantir a recuperação dos ecossistemas. Nasa Park antes do rompimento da barragem. Avelino Imóveis/Reprodução A empresa responsável pelo condomínio Nasa Park I e II foi multada em R$ 100 mil por permitir a construção da barragem sem a devida licença ou autorização dos órgãos ambientais. A reportagem do g1 MS entrou em contato com o consultor do condomínio. Eles informaram que manifestarão sua opinião por meio de nota. Assista vídeos de Mato Grosso do Sul:
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