Um dia depois de a Câmara aprovar o texto-base do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta quarta-feira (14), que concordou em retirar o pedido de urgência para projetos de reforma tributária. regulamentação da reforma tributária no Senado Federal.
A decisão foi anunciada após reunião entre ele e o senador Eduardo Braga (MDB), que deverá ser o relator desses assuntos na Câmara
Um dos textos trata, por exemplo, do imposto sobre o pecado (que deveria incidir sobre produtos prejudiciais à saúde) e do cashback para a população mais pobre; a outra cria o Comitê Gestor dos tributos previstos na reforma.
Segundo Haddad, a retirada da urgência dará fôlego para que os debates necessários ocorram no Senado.
“Uma consideração do senador que a Fazenda respeita e vai encaminhar é em relação ao pedido de urgência. No momento das eleições, é difícil que a Câmara consiga avaliar todas as demandas de audiência, de debate de emendas, quaisquer alterações que serão apresentadas, e que isso dificultaria, sem prejuízo da eventual votação dos projetos ainda este ano. A ideia não é comprometer o calendário, mas dar um respiro ao Senado para poder, como disse. Câmara tinha que ter um espaço para um debate franco e tranquilo com a sociedade”, afirmou.
Com a retirada da urgência, os projetos passam pelas comissões do Senado, no procedimento habitual.
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Senado deverá analisar o assunto somente após as eleições
O senador Eduardo Braga disse esperar que os textos normativos da reforma sejam aprovados em novembro ou, no máximo, em dezembro. O objetivo é que a Câmara dos Deputados aprove as decisões do Senado ainda este ano.
“O presidente Rodrigo Pacheco já anunciou que a deliberação, portanto, do Senado, ocorrerá após as eleições; e estimamos que isso aconteça no mês de novembro, no máximo nos primeiros dias de dezembro, para que o os assuntos podem ir para a Câmara e também serem votados na Câmara”, afirmou.
No encontro, Braga também pediu à equipe do ministro Haddad que apresentasse estudos sobre o impacto da reforma tributária no consumo conforme foi aprovada na Câmara. O ministro prometeu entregar esses estudos na próxima semana.
O objetivo é entender qual seria a alíquota geral do imposto e o peso dos benefícios concedidos a alguns setores. A estimativa do Tesouro, em abril, era de que a taxa geral fosse de 26,5%, uma das mais altas do mundo.
Nesta terça-feira (13), a Câmara aprovou, por 303 votos a 142, o texto-base da segunda fase da regulamentação da reforma tributária. O texto define as regras para a composição do comitê gestor de novos tributos e regras para a tributação de heranças em situações específicas.
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