A CBN iniciou, nesta quarta-feira (11), as audiências com candidatos a prefeito do Rio promovidas pela Rádio CBN, Jornal O Globo e Valor. Alexandre Ramagem, candidato do PL, abriu a série de entrevistas. Ramagem chegou ao local acompanhado de sua esposa e assessores.
Alexandre Ramagem falou sobre a ausência de Bolsonaro em sua campanha. Ele explica que o ex-presidente anunciou que estará no Rio, de primeiro a cinco de outubro, às vésperas das eleições, para reforçar o apoio à campanha. Ele disse que Michelle Bolsonaro conversará com o público feminino em apoio à sua candidatura. Questionado sobre por que a campanha ainda não decolou, disse que a culpa não foi de Bolsonaro e explicou que as eleições são diferentes:
“Estamos em uma eleição municipal. O carioca demora para entender as eleições. O atual prefeito é uma pessoa muito conhecida. Não sou conhecido, mas onde estou sou sólido. valores e a fé cristã, ele virá conosco”.
Ramagem disse que Eduardo Paes está focado na eleição para governador. ‘Nunca olhei para a segurança pública’. Ramagem acrescenta que a prefeitura deve demonstrar a ordem pública como prioridade:
“Vou cobrar o estado, o governo federal, o STF. A integração deve ser a prioridade do prefeito. Prefeitura que conhece o território. O que vemos é um prefeito que transfere a responsabilidade para outros. O que eu digo, como especialista em segurança, é que nos aproximamos de um momento quase sem volta do Rio de Janeiro”.
Ramagem diz que como prefeito quer responsabilizar o Estado, mas com a devida parceria. Quando questionado sobre a gestão Castro, que avaliação daria, Ramagem respondeu:
“Há muito a ser feito, mas muito está sendo produzido. Eu daria nota 7. Uma nota para passar de ano, mas tem que melhorar muito”.
Ramagem destaca que a guerra no Rio é por territórios. A favelização acaba concentrando o crime organizado e o combate a ele. “Através da prefeitura temos que identificar os locais e fazer parte social para mudar essa situação.”
O candidato do PL a prefeito do Rio destaca que as facções têm que ser atacadas com consenso entre as entidades. “Eduardo nunca atacou definitivamente a ordem pública. Muito provavelmente ele faz isso de propósito.”
Sobre a questão das escolas fechadas em áreas conflagradas do Rio, Ramagem disse que é preciso recuperar os territórios de outras formas. “Se houver ordem pública, poderemos recuperar as comunidades.”
Questionado sobre a emergência climática, Ramagem disse que é preciso trazer o conceito de cidade inteligente. “Temos que criar parcerias público-privadas em nossos parques.” Mesmo sem a experiência administrativa das cidades, Ramagem disse que é preciso basear-se, austeridade, boa gestão e rodear-se de gente técnica. “Eduardo Paes não faz escolhas técnicas, nós faremos.” Ramagem acrescentou que Paes quer usar a prefeitura como trampolim para o governo.
Ramagem também falou sobre a questão da saúde e dos índices de vacinação na cidade. “Tem que haver comunicação.” Sobre a vacinação contra a Covid, disse que tem que ser opcional porque não imuniza e não acaba com o contágio. “Acredito que não pode ser obrigatório.” Ele também destacou a necessidade de um choque de gestão com revisão de contratos e austeridade. “É preciso olhar o orçamento, limpar a máquina”
Ramagem negou envolvimento com o 8 de janeiro e disse ter ficado surpreso com a notícia de um possível indiciamento. Quanto à questão da inteligência, disse que é uma realidade global auxiliar no processo de tomada de decisão.
Em relação ao investimento em cultura e grandes eventos, Ramagem destaca que o carnaval é um evento cultural. Tem que ser tratado o ano todo. “Temos que promover a cultura e o entretenimento. O show da Madonna é uma grande maquiagem.” Ele acrescenta que é preciso ter um departamento próprio de entretenimento “O turismo é uma consequência”.
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