Segundo a pesquisa, 63% dos pequenos empresários temem ser afetados por algum tipo de evento climático dentro de um ano. Para ajudar os empresários, o Sebrae Rio criou um Manual de Boas Práticas para Situações de Emergência. Visão da destruição causada pelas chuvas em Petrópolis em 2022 Jose Lucena/TheNews2/Estadão Conteúdo Levantamento feito pelo Sebrae Rio mostra que 13% das empresas do estado do Rio de Janeiro afirmam que já foram afetadas por um evento climático em últimos 12 meses. Ainda segundo a pesquisa, divulgada no dia 1º de agosto, 63% dos pequenos empresários do estado temem que a empresa seja prejudicada por algum tipo de evento climático dentro de um ano, enquanto outros 37% não temem que algo possa afetar o negócios. . Para ajudar os pequenos negócios, o Sebrae disponibilizou o Manual de Boas Práticas para Situações de Emergência e Estado de Calamidade Pública. O material está disponível para download na internet. Rua do Imperador alagada após transbordamento de rio no centro de Petrópolis em 2022 Marianny Mesquita/arquivo pessoal “Eventos climáticos extremos não só colocam em risco a vida das pessoas, mas podem causar danos à economia e ao bem-estar dos moradores. O poder público precisa criar estratégias para que a recuperação econômica seja realizada de forma rápida e segura, mitigando os custos para a sociedade”, avalia Tito Ryff, gerente de Políticas Públicas do Sebrae Rio. Sobre o manual O documento de 38 páginas traz exemplos da atuação do Sebrae em seis estados brasileiros que vivenciaram situações de crise: Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Com base nos levantamentos, a entidade chegou ao Manual de Boas Práticas para Situações de Emergência e de Calamidade Pública do Estado. “O Manual, portanto, pretende ser um guia para que as administrações regionais e o Sebrae ajudem os empresários a reagir diante das adversidades, para que possam buscar alternativas para enfrentar os problemas e restabelecer suas atividades”, afirma o manual. O texto explica como agir em casos de furacões e enchentes causados por chuvas, por exemplo. O manual afirma ainda que tributos como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação) e IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) poderão ter seus vencimentos adiados. Também aborda questões relacionadas ao Simples Nacional, quitação e obtenção de empréstimos bancários, além de alteração do calendário de pagamento do IPTU e Taxa de Coleta de Lixo Doméstico referente à tragédia, além do prazo de vencimento do ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) .
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