Durante audiência realizada, nesta quinta-feira (12), pela Rádio CBN, Jornal O Globo, Extra e Valor, o prefeito Eduardo Paes, candidato à reeleição pelo PSD, acusou seu principal adversário, Alexandre Ramagem, de cometer “fraude eleitoral” ao prometer resolver problemas de segurança pública da prefeitura. Segundo Paes, a responsabilidade pela segurança é do governo do estado, liderado por Claudio Castro, a quem atribuiu a “pior política de segurança pública já vista no Rio de Janeiro”. Paes foi categórico ao afirmar que Castro “não passaria de ano” na questão da segurança, reforçando que Ramagem, como aliado de Castro, estaria prometendo algo que não conseguiria cumprir.
Eduardo Paes falou sobre a responsabilidade da prefeitura na questão da segurança pública. ‘A entidade que tem menos relevância é o município’. Ele reforçou que a responsabilidade pelo sistema é dos governos estaduais.
Paes destaca que, nesse sentido, a prefeitura pode contribuir com a questão da iluminação pública, do BRT Seguro, do combate ao setor imobiliário contra o crime organizado, das câmeras trabalhando em conjunto com as forças de segurança e das ações da Guarda Municipal. O candidato à reeleição fala sobre a postura de Alexandre Ramagem sobre o tema:
“A responsabilidade constitucional é do governo do estado. Se ele (Ramagem) tem tanto conhecimento no assunto, deveria assumir a Secretaria de Segurança do Estado”.
Eduardo Paes foi questionado sobre a possibilidade de deixar a Prefeitura do Rio, caso eleito, para concorrer ao governo do estado em 2026. Paes reiterou que adora ser prefeito do Rio. ‘Vou continuar na prefeitura, se for reeleito’. Segundo o prefeito, qualquer especulação sobre sua candidatura a outro cargo é infundada.
Sobre os moradores de rua na cidade, Eduardo Paes disse que é um problema sério. Ele mencionou que sua administração quase dobrou o número de abrigos disponíveis na cidade. Ele destacou a criação do programa “Seguir em Frente”, uma parceria entre as secretarias de Saúde e Assistência Social, que tem como foco o enfrentamento da situação das pessoas em situação de rua, principalmente aquelas que enfrentam problemas de dependência química.
Paes defendeu a internação involuntária como medida necessária ao tratamento dessas pessoas, reforçando que se trata de um problema de saúde pública que impacta toda a cidade, e reafirmou o compromisso de continuar ampliando as vagas e os serviços oferecidos.
Questionado sobre o avanço das milícias, Paes disse que é preciso avançar a atividade econômica desses grupos. “Temos que ter mais inteligência para entender em que áreas eles atuam”.
Sobre a possibilidade de reaproveitar construções construídas irregularmente por esses grupos, Paes explica que as construções nem sempre são seguras. Contudo, o candidato destacou um caso específico em que, após avaliação estrutural, a demolição foi interrompida para construção de uma clínica familiar. “A construção acontece onde o Estado perdeu o monopólio da força.”
O prefeito discutiu o tema transportes, destacando o plano de “veletização” do BRT, que prevê a transformação do sistema em VLT em algumas regiões da cidade. Paes deixou claro que o projeto é de médio e longo prazo, mas que já está sendo modelado em parceria com o BNDES. Ele afirmou ainda que, embora o BRT esteja funcionando bem após as melhorias sob sua gestão, a modernização é fundamental para o futuro do transporte na cidade.
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