Em meio à volta do recesso parlamentar, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, falou sobre as prioridades da Câmara Alta para o segundo semestre. O senador declarou que a votação dos regulamentos da reforma tributária – agenda de interesse do governo Lula – só deverá ocorrer após as eleições municipais de outubro. A regulamentação da proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados.
Este primeiro projeto, relatado no Senado por Eduardo Braga, do MBBestabelece regras e guias para a cobrança de três impostos sobre o consumo – IBS, CBS e Imposto Seletivo – criada na reforma do sistema tributário, promulgada pelo Congresso em 2023. Esses impostos substituirão cinco tributos que atualmente incidem sobre o consumo: PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS.
Segundo Pacheco, antes de ser apreciado no plenário da Câmara Alta, o texto da reforma passará pela CCJ do Senado:
‘Vamos discutir a regulamentação da reforma tributária ao longo desses dois meses, mas acredito na sua avaliação, tanto na CCJ quanto no plenário, após as eleições municipais. Essa é a minha crença. Obviamente que vamos começar o trabalho agora e se eventualmente for possível votar antecipadamente, tanto melhor. Mas se não for, o que não podemos é valorizar um tema que é o tema nacional mais relevante atualmente, depois de 40 anos. Se você pretende fazer uma reforma tributária, não pode fazer às pressas”, afirmou.
Pacheco se reuniu nesta terça-feira (6) com líderes do governo e com o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, para falar sobre a questão da desoneração da folha de pagamento. O presidente do Senado avaliou a reunião como produtiva, mas disse que ainda não há acordo quanto às fontes de remuneração.
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O impasse em relação à remuneração ocorre porque o Ministério da Fazenda quer aumentar em 1% a alíquota da CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Os parlamentares criticam a ideia porque, segundo eles, a medida aumenta os impostos.
Durante a reunião, também foi discutida a questão da dívida do Estado. Nesta quarta-feira (7), Pacheco recebe governadores do Nordeste para discutir o projeto de sua autoria. Segundo ele, o texto deverá ser apreciado na Câmara na próxima semana.
O projeto de Inteligência Artificial e mercado de carbono também está na lista de prioridades para o segundo semestre.
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