Segundo a Polícia Civil, a cela onde os presos passavam dias como forma de punição tinha grades e cadeados. Dois suspeitos de envolvimento nos crimes ainda são procurados. Clínica clandestina de reabilitação em Pontalina Divulgação/Polícia Civil Uma operação policial prendeu quatro funcionários suspeitos de torturar e estuprar presidiárias de uma clínica clandestina de reabilitação em Pontalina, periferia do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil, os presos foram colocados em uma “cela de punição” por vários dias como forma de punição. Outros dois suspeitos de participação no esquema criminoso ainda são procurados. “Havia uma ‘cela de castigo’, uma sala com grades e cadeados onde colocavam os presos por vários dias consecutivos como forma de punição. Eles eram constantemente ameaçados, torturados e humilhados”, disse Tereza Nabarro, delegada responsável pelo caso. . Clique e acompanhe o canal g1 GO no WhatsApp. O g1 não conseguiu localizar a defesa dos suspeitos até a última atualização desta reportagem. Junto com os mandados de prisão, também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (16). Além de Pontalina, as apreensões e prisões ocorreram nos municípios de Caldas Novas, Abadia de Goiás e Acreúna. LEIA TAMBÉM: Coordenador de operação prende, fecha clínica clandestina e resgata mais de 30 pacientes em Anápolis; vídeo Clínica clandestina é fechada suspeita de deixar mais de 40 dependentes químicos e idosos em condições precárias, diz polícia Pacientes em situação extremamente precária são resgatados em clínica clandestina em Goiás Suspeitos de cárcere privado e tortura são presos em operação policial Divulgação/Cível Polícia A Polícia apurou que os suspeitos eram autoridades e guardas da clínica clandestina. As investigações começaram após a prisão do dono da clínica em flagrante, quando a polícia recebeu denúncias de presidiários sobre tortura, inclusive de um menor. Nabarro relatou que os presos eram negligenciados em termos de saúde e nutrição. Os suspeitos são investigados pelos crimes de tortura agravada, cárcere privado, estupro de vulnerável e furto qualificado. Segundo a Polícia Civil, ainda há vítimas e testemunhas dos crimes a serem encontradas. Por isso, as imagens dos presos foram divulgadas, para que possam encontrar novas possíveis vítimas. O delegado destacou que grande parte dos suspeitos já tinha antecedentes criminais como homicídio, tráfico e roubo. “São pessoas com uma personalidade focada no comportamento criminoso”, disse ela. Suspeitos procurados pela Polícia Civil em caso de clínica clandestina de reabilitação em Pontalina Divulgação/Polícia Civil Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
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