Segundo o professor Daniel Nassif, especialista em agrometeorologia e climatologia, setembro deve ser um mês com menos chuvas do que o esperado. Nos últimos dias, um incêndio em área de mata entre Taquarituba e Coronel Macedo durou quatro dias. Divulgação/Bombeiros de Itaí Com a chegada de setembro, uma nova onda de calor elevará as temperaturas além de manter o alerta para o risco de incêndios e baixíssimos níveis de umidade do ar. Segundo o professor Daniel Nassif, especialista em agrometeorologia e climatologia, setembro deve ser um mês com menos chuvas do que o esperado. Cadastre-se no canal g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Fim do Inverno O mês de setembro marca o fim do inverno e o início da primavera, que será no dia 22 de setembro, com a duração dos dias cada vez mais longos e as noites cada vez mais curtas . Segundo o professor, por ser um mês de transição sazonal, as temperaturas deverão ser mais altas durante o dia. Na região de Itapetininga, durante o dia os termômetros podem chegar a 30 graus em vários dias, e as noites e madrugadas continuam mais frias. Uma nova onda de calor começa na próxima segunda-feira (2). Art g1 Setembro deve ser um mês semelhante a agosto, com passagem de pelo menos uma frente fria, mas sem a chegada de fortes massas polares como vimos em agosto, e com presença de ondas de calor, que elevam significativamente a temperatura. Também é considerado o período mais seco do ano, onde teremos poucas chuvas acumuladas, deixando o solo e a atmosfera com baixíssima umidade. Isto deverá criar um maior risco de incêndios e deverá também aumentar os problemas respiratórios da população, à medida que o ar se torna mais seco e poluído, alertou o especialista. LEIA TAMBÉM Grande incêndio que durou quatro dias atingiu mais de 2 mil hectares Cidades enfrentam situação crítica de seca severa nas regiões de Itapetininga e Sorocaba Defesa Civil do Estado emite alerta para alto risco de incêndios no interior de SP Além disso, setembro deve ser mês com chove menos que o esperado, e quando chover deverá ser daqui a alguns dias, o que agravará o problema de falta de água no campo, dificultando a recuperação de pastagens e exigindo maior atenção dos produtores rurais. No final do mês existe a possibilidade, ainda que pequena, de ocorrência de pancadas de chuva muito esporádicas, fortes e muito rápidas. Risco de Incêndio A Defesa Civil do Estado emitiu alerta, nesta quinta-feira (29), por meio do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), sobre o alto risco de incêndios em quase todo o estado de São Paulo. As temperaturas voltam a subir gradativamente e a umidade relativa do ar cai. O Mapa de Risco de Incêndio, que emite previsões para os próximos dias, é uma ferramenta tecnológica que auxilia no monitoramento de incêndios em vegetação durante o período de seca. Segundo a CGE, os modelos meteorológicos apontam risco emergencial de incêndios, além de altas temperaturas, ventos fortes que podem chegar a 60km/h e falta de chuvas. A baixa umidade relativa também é um agravante para o risco de incêndios. A recomendação da Defesa Civil é que a população evite exercícios físicos ou outras atividades ao ar livre entre 10h e 16h, evite aglomerações em ambientes fechados e use soro fisiológico para olhos e narinas, além de hidratar e umidificar o ambiente. Bombeiros tiveram dificuldade para conter incêndio entre Taquarituba e Coronel Macedo (SP) Divulgação/Corpo de Bombeiros Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista reportagens da TV TEM
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