O judoca Teddy Riner e a velocista Marie-José Pérec acenderam o caldeirão, em forma de balão luminoso que iluminará a cidade olímpica até o final dos Jogos. Paris realiza cerimônia inédita de abertura dos Jogos Olímpicos O mundo inteiro presenciou nesta sexta-feira (26) uma cerimônia inédita de abertura das Olimpíadas. Quantos tesouros em um só olhar? Quantas maravilhas da humanidade estão guardadas em Paris? Arcos, torres, museus – e estádios também. O Stade de France seria o local perfeito para a cerimônia de abertura. Mas desta vez, não estava lá. Zidane pegou a fogueira olímpica nas mãos e simbolizou a ideia das autoridades de levar a tocha, a festa e as Olimpíadas às ruas de Paris – e, principalmente, ao rio Sena. Uma passarela líquida. Uma bandeira gasosa e uma cortina de água abriram caminho para o mundo desfilar. E não são apenas atletas. Todo mundo quer estar lá. Lady Gaga foi a primeira a se apresentar no estilo cabaré. Um americano cantando em francês, sinal de que a França quer falar com o mundo. A Grécia abriu o desfile dos países, e foi seguida por ordem alfabética, como sempre. Nas margens do rio, um desfile de monumentos, como só Paris consegue fazer. Fazer deste cenário um espetáculo vivo – com começo, meio e fim – é um enorme desafio, mesmo para uma cidade que nunca se esquivou dos desafios. E Paris conseguiu: transformou os Jogos Olímpicos com uma cerimónia de abertura inesquecível no rio Sena. E o Brasil faz parte dessa festa. A torcida comemorou a passagem do Brasil, com um barco exclusivo, um privilégio para grandes delegações. Na proa, os porta-bandeiras Isaquias Queiroz e Raquel Kochhann. “Extremamente mágico, talvez seja essa a palavra. Porque nossa, tanta gente… Isso é um grande orgulho para nós, poder representá-lo pelo mundo”, afirma Raquel Kochhann. “Acho que a lembrança vai ser incrível. Foi muito legal, foi diferente e foi muito lindo ver as pessoas na beira do rio acenando para a gente. Foi maravilhoso”, diz Isaquias Queiroz. Delegação brasileira na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris, no Rio Sena Jornal Nacional/ Reprodução Um personagem mascarado conduziu a tocha pelos telhados de Paris. Os trabalhadores que reconstruíram a catedral de Notre Dame foram a inspiração para um tema musical e o início da celebração dos valores e talentos que a França exporta para o mundo. Moda, história, arte: todos esses encantos retratados na estreita faixa da cidade que fica às margens do rio. há muitas surpresas. A cantora Axelle Saint-Cirel apareceu no telhado do Grand Palais com as cores da França, e Paris parou para ouvir o hino. A voz feminina é a marca registrada das Olimpíadas com maior igualdade de gênero na história dos Jogos. uma cerimônia tão diferente, que teve até espaço para uma inauguração: dez estátuas de mulheres, grandes francesas da história que ficarão para sempre às margens do Sena ATRÁS DA MEDALHA Série do JN mostra pessoas importantes para o sucesso dos atletas brasileiros em Paris . Lesão grave muda relação entre Thaísa e José Roberto Guimarães: ‘Hoje nos amamos’ Alison dos Santos fala sobre a importância de um melhor amigo: ‘Energia familiar’ Conheça a parceria de sucesso entre Isaquias Queiroz e um médico: ‘Família’ Com apenas 16 anos, Rayssa Leal busca a segunda medalha olímpica com um treinador que faz parte da família. Chegou a chuva, os barcos começaram a ondular na correnteza do rio. A noite chegou e Paris brilhou ainda mais. E quando o fogo ilumina Paris, o sol brilha do outro lado do mundo. Na Polinésia Francesa, atletas de surf também participaram da cerimônia. Mas todas as pistas olímpicas terminavam no rio Sena. Um cavaleiro flutuante com armadura prateada que refletia a Cidade Luz carregava a bandeira olímpica. O presidente Emmanuel Macron declarou abertos os Jogos de Paris. Um protocolo rápido, para não tirar espaço das cenas destinadas à eternidade. Zidane voltou para recuperar a tocha e, num gesto de gentileza, entregá-la aos atletas estrangeiros. Alguns dos maiores de todos os tempos: Rafael Nadal, Carl Lewis, Nadia Comaneci e Serena Williams carregaram o fogo através do Sena e passaram a tocha aos atletas franceses, que completaram a última reta. Ou seria o último sonho? O judoca Teddy Riner e a velocista Marie-José Pérec acenderam a pira Jornal Nacional/ Reprodução O maior museu do mundo. Todos os caminhos se abrem ao sonho de paz que a fogueira olímpica simboliza. Nos Equity Games, um casal esperava pela chama. O judoca Teddy Riner e a velocista Marie-José Pérec acenderam o caldeirão, em forma de balão luminoso que iluminará a cidade olímpica até o final dos Jogos. A torre, que todos conhecem, ficou ainda mais bonita. Celine Dion, que não cantava em público há quatro anos, encerrou a cerimónia celebrando o amor num palco inigualável. Depois do que aconteceu em Paris, a abertura dos Jogos Olímpicos nunca mais será a mesma. A terra da liberdade, da igualdade e da fraternidade ofereceu um espetáculo de perfeição, elegância e amizade. E o mundo assistiu, ao vivo, enquanto a França fazia outra revolução.
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