A seleção brasileira precisará vencer a Espanha, atual campeã mundial, para se classificar às quartas de final sem depender de outros resultados. A goleira Lorena até tentou. Quando a partida ficou empatada sem gols, ainda no primeiro tempo, e o Japão foi melhor, o atleta gremista defendeu pênalti cobrado por Tanaka. Depois, no segundo tempo, Jheniffer colocou a seleção brasileira na frente. Mas, com dois gols relâmpagos nos acréscimos, as japonesas conseguiram uma reviravolta heróica e derrotaram o Brasil por 2 a 1, pela segunda rodada do grupo C do futebol feminino. Com o resultado, a Seleção Brasileira perdeu a oportunidade de garantir uma vaga antecipada nas quartas de final. Além disso, a seleção orientada por Arthur Elias precisará vencer a Espanha, atual campeã mundial, na última rodada, para se classificar sem depender de outros resultados. Uma missão extremamente complicada. A partida contra os espanhóis será na próxima quarta-feira, às 12h (horário de Brasília). Meio-campo frágil Apesar de ter assumido a liderança no placar, a seleção brasileira apresentou contra o Japão os mesmos problemas que teve contra a Nigéria na estreia. Com apenas duas jogadoras na posição — e Marta, que tinha liberdade para flutuar entre o meio-campo e o ataque — o meio-campo não conseguiu controlar a posse de bola em nenhum momento da partida. Além disso, sobrecarregadas, Angelina e Ana Vitória pouco fizeram para proteger a área de defesa do Brasil. Com isso, mesmo com uma linha de três zagueiros e cinco na defesa, o time das Canárias sofreu com os ataques do Japão, que alinhou jogadores na entrada da área brasileira. Foi numa jogada como esta que foi marcado o primeiro pênalti da partida. Moriya finalizou e a bola bateu no braço aberto de Rafaelle. Na cobrança, Tanaka chutou rasteiro e Lorena defendeu. Após o intervalo, Arthur Elias promoveu as entradas de Tarciane, Ludmilla e Jheniffer. Embora não tenham alterado a estrutura tática da seleção brasileira, as substituições deram mais poder ofensivo ao time, muito devido às boas atuações da dupla atacante. Coube até a eles fazerem o gol. Assim como contra a Nigéria, Marta fez um lindo passe em profundidade, desta vez para Ludmilla. O lateral do Atlético de Madrid fez bem e encontrou o centroavante corintiano, que abriu o placar. Mas depois do gol brasileiro, a partida praticamente virou um ataque contra defesa. Arthur Elias continuou sem alterar a estrutura tática do time — só o fez aos 40 minutos, quando tirou Marta para colocar o meia Kerolin —, que sofreu muita pressão do Japão. Em uma dessas jogadas de ataque, Yasmim bloqueou novamente um chute com a mão e outro pênalti foi marcado. Saki aproveitou e empatou aos 47. O gol causou um apagão no Brasil, que praticamente não passou do meio-campo. No apagar das luzes, aos 54 minutos, quando a partida chegava ao fim com o placar empatado, Rafaelle errou um passe bobo na área defensiva e Tanikawa chutou de longe para cobrir Lorena e fazer um golaço.
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